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	<title>Lond's Stuff &#187; Random Thoughts</title>
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	<description>Just an aggregator for all my crazy stuff.</description>
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		<title>Vamos crowdsourcear?</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 19:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lond</dc:creator>
				<category><![CDATA[Random Thoughts]]></category>
		<category><![CDATA[Crowdfunding]]></category>
		<category><![CDATA[Crowdsourcing]]></category>
		<category><![CDATA[Map Maker]]></category>
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		<category><![CDATA[Wikipedia]]></category>

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		<description><![CDATA[Crowdsource, Crowdfunding, ultimamente esse tipo de coisa é comum de se ouvir. Pra quem pegou o bonde andando, em bom português, a idéia é juntar uma galera pra realizar uma determinada tarefa. No melhor estilo cada um faz um pouco, todo mundo sai ganhando. Um exemplo que funciona muito bem nesse estilo é a Wikipedia. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Crowdsource, Crowdfunding, ultimamente esse tipo de coisa é comum de se ouvir. Pra quem pegou o bonde andando, em bom português, a idéia é juntar uma galera pra realizar uma determinada tarefa. No melhor estilo cada um faz um pouco, todo mundo sai ganhando. Um exemplo que funciona muito bem nesse estilo é a Wikipedia. Crowdsourced, porque a &#8220;Crowd&#8221;, ou seja, o povo faz o trabalho de manter as coisas atualizadas e corretas, e crowdfunded, porque de tempos em tempos eles pedem doações pra manter as coisas funcionando, servidores e tudo mais. Muita gente chama isso simplesmente de processos colaborativos, mas o nome pouco importa.</p>
<p>Existem alguns sites bem específico, como o <a title="Queremos" href="http://queremos.com.br" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/queremos.com.br?referer=');">Queremos</a> que é pra fazer Crowdfunding de shows, em que a banda é contactada, o valor pro show levantado e dividido e os fãs podem trazer a banda (e em alguns casos, até ter o dinheiro devolvido e ir de graça).</p>
<p>Mas o post é sobre uma coisa que me agrada bastante: o google maps. O Maps é ótimo, tem vários recursos, mas todo mundo que tentou ir pra lugares mais distantes deve ter notado que ele é péssimo. Isso é porque o maps pega as fontes dos seus mapas de empresas locais. No caso do rio, por exemplo, é da MapLink. E dependendo do lugar, simplesmente não há quem disponibilize mapas.</p>
<p>E aí que eles inventaram o <a title="Google Map Maker" href="http://google.com/mapmaker" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/google.com/mapmaker?referer=');">Map Maker</a>. Essa ferramenta, que eu acredito que inicialmente era interna, agora é externa e qualquer usuário pode colaborar ajeitando ruas na sua cidade e tudo mais. Aqui no rio, o <a title="Google Map Maker" href="http://google.com/mapmaker" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/google.com/mapmaker?referer=');">Map Maker</a> é um &#8220;mapa alternativo&#8221;, ainda incompleto. Mas acredito que se o mapa do rio chegasse num estado razoável, ele poderia ser promovido a mapa principal. E com isso daria pra manter o mapa muito mais atualizado e corrigido. Além, é claro, de informar as coisas pra lugares mais distantes, como <a title="Um pouco de penedo" href="http://www.lond.com.br/2009/07/15/um-pouco-de-penedo/">Penedo</a>.</p>
<p>Por isso, convido todos vocês a ajudarem, entrarem no <a title="Google Map Maker" href="http://google.com/mapmaker" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/google.com/mapmaker?referer=');">Map Maker</a> e mapear uma ou duas ruas em volta da sua casa. Se cada um fizer isso, teremos ótimos mapas :)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A vida de ciclista</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 16:07:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lond</dc:creator>
				<category><![CDATA[Random Thoughts]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dia vou escrever sobre essa vida de morar sozinho, mas o que importa é que estou morando sozinho há uns meses. Como é mais perto do trabalho, dá pra ir de bicicleta, e como eu precisava voltar a fazer algum exercício na vida, comprei uma bike e resolvi me colocar pra andar. Quem já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia vou escrever sobre essa vida de morar sozinho, mas o que importa é que estou morando sozinho há uns meses. Como é mais perto do trabalho, dá pra ir de bicicleta, e como eu precisava voltar a fazer algum exercício na vida, comprei uma bike e resolvi me colocar pra andar.</p>
<p>Quem já andou de bicicleta no Rio, ou sequer tentou, tem idéia de que é um meio de transporte abandonado pelo governo e mal visto por muitos motoristas, que veem qualquer transporte de duas rodas como um estorvo. Saiu, inclusive, uma reportagem na Veja Rio há um tempo atrás sobre isso.</p>
<p>Mas não tem como ter muita noção até você experimentar andar de fato por aqui. Em primeiro lugar, não é todo lugar que tem ciclovia. Depois, as que tem, ou são mal conservadas, ou mal planejadas, ou ambos. Em botafogo, na rua Mena Barreto, a ciclovia alterna entre os dois lados da calçada sem motivo aparente, na calçada as árvores cortam a ciclovia no meio, e onde suas raízes aumentaram nos últimos anos, fendas e desníveis abriram.</p>
<p>Em segundo, mesmo onde é notadamente uma ciclovia, não há garantia de conseguir o espaço para a bicicleta. Pedestres andam destraídos, sem notar o que acontece ao redor. Eu mesmo devo ter feito isso inúmeras vezes. E como a ciclovia é muitas vezes estreita, por causa de árvores ou outros problemas, nem sempre dá pra um pedestre desviar pra bicicleta passar, então resta esperar atrás ou ir para o cantinho das ruas.</p>
<p>Há lugares, inclusive, onde há uma ciclovia E uma calçada (como é o caso da orla, por exemplo), e as pessoas resolvem andar na ciclovia mesmo sem estarem se exercitando, só por preferência. Claro que se o cara está correndo, é muito melhor o asfalto que a pedra portuguesa. Mas passeando do trabalho pra almoçar? Sem necessidade.</p>
<p>E aí tem as ruas, obviamente não muito seguro, por causa dos carros e ônibus, mas com um problema adicional: os cantos das ruas não são exatamente planos, as tampas daqueles bueiros de canto da rua tem buracos paralelos a rua, e dá um certo medo de se um deles estiver quebrado prender a roda, e também há buracos, o que no canto da rua, perto dos carros, dá um certo medo.</p>
<p>O problema dos pedestres achei que fosse ser resolvido quando eu comprasse uma buzina, mas ela é sumariamente ignorada por várias pessoas, estou pensando em comprar uma buzina eletrônica com barulho de caminhão pra ver se melhora :)</p>
<p>Mas os prós compensam os contras: A vista do Rio é foda, em ambos os caminhos, tanto pela orla quanto pela lagoa. Nada como ver essa vista muito legal antes de ir pro trabalho, chega com um gás completamente diferente :)</p>
<p>E com isso eu também ando ouvindo várias coisas novas. Achei um programa de rádio/podcast que comecei a ouvir, o <a title="Máquina do Tempo" href="www.maquinadotempo.blog.br" target="_blank">máquina do tempo</a>. Que infelizmente está desativado, no momento, mas que tem um acervo bem razoável programas já existentes.</p>
<p>Além disso, estou ouvindo também o Ronca Ronca, que passa toda terça feira mas tem versão online no site da oifm.</p>
<p>E enquanto isso, venho ouvindo gente dizendo que perdi peso, o esforço tá fazendo efeito :)</p>
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		<title>Tratado antropológico dos Memes</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 20:26:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lond</dc:creator>
				<category><![CDATA[Random Thoughts]]></category>

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		<description><![CDATA[Se tem uma coisa que a internet dá para a humanidade é a possibilidade de qualquer um escrever sobre qualquer coisa que lhe vem à cabeça. Isso pode ser ruim, às vezes, mas no geral significa que você pode escrever sobre um assunto que você não tem domínio algum. Provavelmente existem pessoas nesse momento fazendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem uma coisa que a internet dá para a humanidade é a possibilidade de qualquer um escrever sobre qualquer coisa que lhe vem à cabeça. Isso pode ser ruim, às vezes, mas no geral significa que você pode escrever sobre um assunto que você não tem domínio algum. Provavelmente existem pessoas nesse momento fazendo estudos profundos para uma tese de mestrado ou doutorado, e enquanto isso cá estou eu despejando linhas a meu bel prazer :)</p>
<p>No princípio fazíamos desenhos rudimentares nas paredes das cavernas, representando nosso dia-a-dia. Depois, conforme a arte evoluiu, as pinturas se tornaram mais rebuscadas, e embora ainda fizessemos nossos desenhos em cavernas, agora já em cadernos, ficavam restritos a certos círculos, sem ganhar notoriedade. Somente grandes artistas, com exposições em galerias chegavam e comunicar alguma coisa com seus desenhos.</p>
<p>E aí vieram os memes. Não os grandes memes, como o Star Wars Kid, mas os desenhos: Trollface, Forever Alone, e hoje em dia os memes são dezenas, talvez centenas. Sites como Ragemaker e Mememaker deixam que em alguns minutos uma idéía seja transformada num desenho que a maioria vá entender, e talvez seja propagado internet afora sem o seu controle.</p>
<p>E isso poderia ser dito sobre tweets e textos e outras mídias, mas o que acho curioso sobre os memes é que eles necessitam de pouca habilidade e podem ser somente um despejo de alguma situação da sua cabeça para uma imagem.</p>
<p>Enfim, divago.</p>
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		<title>O Futuro das Memórias</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Sep 2011 22:38:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lond</dc:creator>
				<category><![CDATA[Random Thoughts]]></category>

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		<description><![CDATA[Você e eu vemos muita coisa todos os dias. Mas que efeito terá isso na nossa memória? Há estudos por aí mostrando que a geração internet tem um problema de memória, como a informação está a um clique de distância, é fácil não se forçar a lembrar alguma coisa e simplesmente voltar a ela quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você e eu vemos muita coisa todos os dias. Mas que efeito terá isso na nossa memória?</p>
<p>Há estudos por aí mostrando que a geração internet tem um problema de memória, como a informação está a um clique de distância, é fácil não se forçar a lembrar alguma coisa e simplesmente voltar a ela quando necessário.</p>
<p>Mas falo de algo ainda mais preocupante. O volume de informação é enorme, a cada dia vemos mais vídeos, ouvimos mais músicas, lemos notícias, livros, conversamos no almoço e aprendemos uma coisa nova antes de dormir. Nosso cérebro, ao que parece, deve ter uma capacidade limitada de reter informações, podemos ver isso quando lembramos com dificuldade de coisas que aconteceram na nossa infância. Ao conversar com nossos pais e nossos avós, muitos lembra de fatos, mas esqueceram de pequenos detalhes. O nome da segunda namorada, talvez lembre do rosto, mas não como se conheceram; lembra que ficaram juntos algum tempo, talvez 2 anos, ou seriam 3? E no fim, dizem que foi bom, mas que acabaram deixando pra lá, afinal, velhos amores são esquecidos para dar lugar aos novos.</p>
<p>Acredito que se investigado a fundo, poderíamos ver o mesmo padrão se repetindo, quem se lembra de todos os filmes que já viu? E os livros que já leu? As fotos nos ajudam a lembrar de experiências, os cheiros por vezes nos fazem voltar a infância.</p>
<p>Cheiro de casa de vó, cheiro de bolo do lanche da tarde, cheiro da grama do colégio, ou das plantas na casa da tia.</p>
<p>Mas e se em um dado momento, o espaço do seu cérebro acabar? O que será que ele escolherá pra apagar primeiro? Aquele livro de Nietzsche que você leu, o filme do Scorcese ou o cheiro da casa da sua avó?</p>
<p>Será que estamos caminhando pra um ponto onde nos esqueceremos de memórias queridas, mas das quais nos recordamos com pouca frequência?</p>
<p>O que será do futuro das nossas memórias?</p>
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		<title>A Transição para um Smartphone</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 17:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lond</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nerdish]]></category>
		<category><![CDATA[Random Thoughts]]></category>
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		<description><![CDATA[Espertofones, como costuma chamar um amigo, estão virando lugar comum por aí. A grande vantagem sendo o fato de estar conectado a internet o tempo todo, e para poder aguentar isso, os smartphones estão aí com um poder de processamento bem razoável. Para se ter uma idéia, um smartphone low-line como o Samsung Galaxy 5 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Espertofones, como costuma chamar um amigo, estão virando lugar comum por aí. A grande vantagem sendo o fato de estar conectado a internet o tempo todo, e para poder aguentar isso, os smartphones estão aí com um poder de processamento bem razoável. Para se ter uma idéia, um smartphone low-line como o Samsung Galaxy 5 que eu adquiri tem um processador de 600MHz. Pentium III fabricados em 1999 tinham versões com esse clock.</p>
<p>Não entrando aí em guerras de qual é o melhor Sistema Operacional para celular, escolhi um Android por fugir do iTunes, por ser fácil de fazer desbloqueio, se tivesse vontade, e pela preferência pessoal mesmo. Mas demorei pra fazer o pulo pelos preços dos smartphones por aqui. Não tinha vontade de pegar um plano pós pago absurdo pra poder pagar um valor razoável num aparelho, então fiquei de butuca, só esperando.</p>
<p>Eis que esse mês recebi umas ofertas do Samsung Galaxy 5 (i5500), que tá regulando na faixa de R$350 e R$400. R$350 foi o que paguei num Nokia 3220 há uns 5 anos, então considerei um preço bem razoável por um celular com o triplo de coisas que o meu antigo 3220 fazia :)</p>
<p>Sobre o celular, pretendo fazer uma avaliação mais profunda sobre ele em algum momento, mas vale dizer que ele é ótimo para o seu preço, não é lento durante o uso normal, não tem nenhum grande problema e só é preciso prestar atenção pois devido a diferenças de hardware, alguns apps não funcionam nele (como o Firefox Mobile &#8211; o Fennec).</p>
<p>Mas a coisa que é mais divertida nessa coisa toda é a transição de um celular comum para um smartphone. Onde antes acessar o twitter ou facebook era algo extremamente ocasional e somente para situações esquisitas (tipo preso em grandes engarrafamentos), acaba virando um negócio razoavelmente normal, numa fila ou esperando o ônibus.</p>
<p>Já a gama de aplicativos diferentes é bem legal, entrei na brincadeira de brigar por pontos no foursquare com os amigos, estou usando um app pra me ajudar a perder peso, que inclusive pega o caminho que faço todo dia de casa para o trabalho de bicicleta e tenho alguns joguinhos pra passar o tempo quando só estou com o celular comigo. Fora que por ter player e fazer scrobbling com o last.fm, substituiu meu mp3 player.</p>
<p>A brincadeira está bem divertida, e vira e mexe acho alguma coisa diferente pra usar :)</p>
<p>Mais novidades nos próximos capítulos ;)</p>
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		<title>O (Quase) fim de uma era</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 02:59:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lond</dc:creator>
				<category><![CDATA[My Life]]></category>
		<category><![CDATA[Random Thoughts]]></category>

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		<description><![CDATA[Fiz vestibular em 2004. A princípio, não achava que fosse entrar. Levei o ano todo num estudo meio largado, sem muito afinco. Na reta final, dei um gás enorme, projetos de pré-vestibular, daqueles que você fica o dia todo vendo conteúdo condensado, resolução de provas, e tudo mais que deu pra fazer. Em 2005, veio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fiz vestibular em 2004. A princípio, não achava que fosse entrar. Levei o ano todo num estudo meio largado, sem muito afinco. Na reta final, dei um gás enorme, projetos de pré-vestibular, daqueles que você fica o dia todo vendo conteúdo condensado, resolução de provas, e tudo mais que deu pra fazer.</p>
<p>Em 2005, veio o resultado, e eu tinha entrado, reclassificado, para a UERJ. Ora, como eu disse, um estudo meio largado, né? Pois é, nunca cheguei a pensar muito pra onde queria ir, mas tinha dois grandes amigos que também estavam fazendo vestibular pra computação e o consenso era de que a UFRJ era a melhor, junto com a PUC. Como minhas condições financeiras não permitiam PUC, fiquei com a UFRJ na cabeça. Assim, meio sem querer.</p>
<p>Quando entrei pra UERJ, fiquei meio triste e decepcionado. Resolvi que iria, então, refazer o vestibular, dessa vez, com o devido afinco. Mas o coordenador do pré, com quem fui conversar, me disse que seria chamado na reclassificação do meio do ano. Não levei fé. Mas as palavras foram bem ditas, e no meio do ano, primeira reclassificação depois do primeiro período, fui chamado.</p>
<p>Larguei a UERJ sem titubear e entrei na UFRJ. Fundão. Lembro claramente dos primeiros dias, a primeira vez que vi o bloco F do CCMN, onde tive a maioria das minhas aulas ao longo da faculdade. E nos primeiros períodos eu reclamava do 663, o ônibus que faz o trajeto méier-fundão, sem horário certo, com enormes atrasos e um caminho horrível.</p>
<p>Depois, comecei a dar monitoria de Comp1. E conheci muitos outros amigos aí. Fui em choppadas com os meus, na época, alunos e me diverti horrores. Vivia numa dieta horrível de salgados e hambúrgueres.</p>
<p>Em 2007 aconteceram as minhas primeiras mudanças pós-faculdade. Comecei a estagiar, comecei a beber sem ser só aquele golinho junto com os pais. Com isso, durante a maior parte da faculdade, levei uma rotina meio pesada de casa-faculdade-trabalho-casa, que sejamos sinceros, é extremamente desgastante.</p>
<p>Num dos estágios, acompanhado de três grandes amigos, mudei bastante minha postura: comecei a malhar, reduzi as besteiras do dia-a-dia, nadava. Depois disso descobri que exercício pode ser meio viciante, e acabei por emendar um no outro, parei a natação mas comecei a dança, e num período cheguei até ao extremo de fazer dança quase todos os dias da semana, mais de uma vez por dia.</p>
<p>No meio de 2009 eu entrei para o LCI. E conheci novos amigos, me aproximei de outros. E passou a ser um lugar em que eu gostava de estar, mesmo com todo o trabalho. Vira-e-mexe me via aparecendo por lá sem motivo, só pra ver como estavam as coisas.</p>
<p>Ao fim de 2009, parte da minha turma conseguiu o feito de se formar no tempo certo. Eu fiquei com uma certa invejinha. Tivesse me empenhado mais, conseguiria me formar junto com eles. Mas não foi o caso, vida que segue. Resolvi mudar de novo, achei um estágio dentro do fundão e resolvi me empenhar ao máximo. Tinha, ainda, 11 matérias pela frente. Mas depois de muito esforço e muito suor, consegui terminar as últimas 5 no do último período.</p>
<p>Nessa última segunda feira estive no fundão pela última vez para fins de trabalho. Ainda volto lá pra apresentar o projeto final, e resolver uma ou outra coisa, eventualmente, mas me desliguei do LCI e do estágio, e enquanto ia indo para o ponto, pegar o ônibus pra voltar pra casa, senti como se estivesse fechando um capítulo e abrindo um novo. Encerrando uma era de seis anos de fundão.</p>
<p>Sensação boa, essa de novos ares. Mas a nostalgia sempre me alcança nessas horas. E aí dá uma saudadinha de estar reclamando do 663 e estudando Criptografia :)</p>
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		<title>Traduções (e dublagens, legendas, etc)</title>
		<link>http://www.lond.com.br/2011/01/20/traducoes-e-dublagens-legendas-etc/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 23:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lond</dc:creator>
				<category><![CDATA[Random Thoughts]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu não acredito em traduções. Espere, não me entenda mal, tradução é uma coisa necessária. Mas não acredito que nenhuma tradução consiga ser suficientemente fiel ao original. Explico. Acredito que sempre que você faça alguma coisa, você bote um pouco de você naquilo. Enquanto escrevo este texto, estou colocando aqui um pouco das minhas experiências [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não acredito em traduções. Espere, não me entenda mal, tradução é uma coisa necessária. Mas não acredito que nenhuma tradução consiga ser suficientemente fiel ao original. Explico.</p>
<p>Acredito que sempre que você faça alguma coisa, você bote um pouco de você naquilo. Enquanto escrevo este texto, estou colocando aqui um pouco das minhas experiências passadas, um pouco do meu estado emocional enquanto escrevo, e os meus gostos e desgostos. Isso é óbvio, pode bradar daí: &#8220;Thank you, captain obvious!&#8221;. &#8220;Eu falaria&#8221;. :)</p>
<p>E como nós concordamos nesse ponto, uma tradução nada mais é do que uma interpretação de texto levado ao extremo. E com uma dificuldade. Palavras &#8220;intraduzíveis&#8221;. Veja aí, é fácil achar listas e mais listas. <a title="TEN MOST DIFFICULT WORDS TO TRANSLATE" href="http://www.altalang.com/beyond-words/2008/10/12/ten-most-difficult-words-to-translate/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.altalang.com/beyond-words/2008/10/12/ten-most-difficult-words-to-translate/?referer=');">Aqui</a> <a title="5 MORE DIFFICULT WORDS TO TRANSLATE" href="http://www.altalang.com/beyond-words/2009/05/01/5-more-difficult-words-to-translate/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.altalang.com/beyond-words/2009/05/01/5-more-difficult-words-to-translate/?referer=');">estão</a> <a title="Favourite untranslatables" href="http://english.stackexchange.com/questions/205/favourite-untranslatables" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/english.stackexchange.com/questions/205/favourite-untranslatables?referer=');">alguns</a> <a title="untranslatable" href="http://www.logolalia.com/untranslatable/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.logolalia.com/untranslatable/?referer=');">exemplos</a>. É claro que você pode transformar a palavra numa frase, expressão ou algo assim. Ou, num caso mais extremo, dar uma breve explicação, numa nota ou não, e em seguida continuar usando a palavra original. Mas impõe aí uma dificuldade.</p>
<p>A segunda dificuldade é referências. Tenho uma edição de Hamlet que tenta cobrir esse problema. São mais de 100 notas do tradutor, tentando notar todas as referências que podem ser perdidas no processo. Sejam elas porque são mais conhecidas no lugar em que o livro foi escrito, na época, ou mesmo por causa de jogos de palavras e coisas assim.</p>
<p>Não sou especialista em traduções e tudo que traduzi foi por conta própria, pra uso próprio, e sem teoria ou base. Acredito, sinceramente, que conforme o tempo passe e o tradutor fique mais experiente, que parte desses problemas fiquem menos evidentes. O cara consiga ficar mais neutro, e botar menos dele no texto, mantenha o texto mais próximo do original. Mas na dúvida? Sempre que possível, leio o original.</p>
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		<item>
		<title>Os jogos e as músicas</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 22:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lond</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Estava eu lendo minhas coisas do reader, quando esbarrei com esse artigo do Kotaku: The Year I Gained The Courage To Ignore Video Game Music. Comecei a ler concordando com o cara, e depois degringolou pra algo bizarro. Vamos lá. O cara começa atacando pessoas que jogam DS ou PSP no metrô ou no ônibus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava eu lendo minhas coisas do reader, quando esbarrei com esse artigo do Kotaku: <a title="The Year I Gained The Courage To Ignore Video Game Music" href="http://kotaku.com/5730637/the-year-i-gained-the-courage-to-ignore-video-game-music" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/kotaku.com/5730637/the-year-i-gained-the-courage-to-ignore-video-game-music?referer=');">The Year I Gained The Courage To Ignore Video Game Music</a>.</p>
<p>Comecei a ler concordando com o cara, e depois degringolou pra algo bizarro. Vamos lá.</p>
<p>O cara começa atacando pessoas que jogam DS ou PSP no metrô ou no ônibus e o fazem sem ouvir a música. OK. Isso é meio errado. Mas até aí, eu também fiz isso muitas vezes. Há situações em que jogar é possível, jogar ouvindo música, mesmo que num fone de ouvido, não dá. Mas ainda assim, sempre que estou numa situação dessas, é raro eu jogar algo que exija dedicação e atenção. Jogo coisas como Picross, que permitem a falta de som.</p>
<p>Aí ele cita o exemplo de GTA. E como ele deixa você mudar as rádios in-game, e o XBox que deixava você mudar as músicas pelas suas. Bom,  no caso do GTA, a trilha não é inerente ao jogo. Ela não climatiza o jogo. Ela serve para que você tenha uma rádio pra ouvir durante o jogo. Isto não é verdade, por exemplo, em Shadow of The Colossus, ou Zelda, onde a música é para te inserir no contexto do momento. Imagine ouvir um podcast enquanto você joga, por exemplo, Alone in the Dark. Pronto, está destruída toda a imersão.</p>
<p>Ainda sou meio purista com música de jogos. Talvez porque ache que determinados jogos necessitem da sua atenção completa. Por exemplo, estava vendo Amnesia: The Dark Descent. O grande panz do jogo é o clima. A ambientação. Assim como é o caso de eternal darkness, de gamecube.</p>
<p>Há de se dar mute algumas vezes. Mas ouvir podcast enquanto joga? Sei lá. Pra mim já passou do ponto.</p>
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		<title>Postmortem do Brasil Game Jam</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 15:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lond</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bom, já se vai agora mais de uma semana do Brasil Game Jam, e depois de ter visto os vídeos e repassado um pouco das coisas na cabeça, resolvi fazer um postmortem falando um pouco do que eu acho que a gente errou e acertou nessas 40 horas de evento. É engraçado falar de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, já se vai agora mais de uma semana do Brasil Game Jam, e depois de ter visto os vídeos e repassado um pouco das coisas na cabeça, resolvi fazer um postmortem falando um pouco do que eu acho que a gente errou e acertou nessas 40 horas de evento.</p>
<p>É engraçado falar de um evento nesse estilo, porque você nunca sabe muito o que esperar até estar lá na hora. Mesmo com toda a concorrência (afinal, tinha muita gente boa lá), rola uma certa camaradagem porque todo mundo tem um mesmo propósito no fim das contas:  fazer jogos. E a maioria quer fazer porque acha divertido.</p>
<p>Conhecemos muita gente nesses pouco mais de dois dias. Gente de todo o Brasil, tinha gente do Sul, gente do Centro-Oeste, gente do Nordeste. O Brasil estava bem representado por lá! :)</p>
<p>Sobre a competição, nós entramos com muito pouca esperança; como é comum aos Game Jams, a ferramenta que será usada é de escolha da organização do local, e nesse caso, a escolha foi Unity 3d. Bom, a verdade é que mesmo já tendo ouvido de Unity 3D várias vezes nos últimos tempos, nós nunca tínhamos mexido com ela até ouvirmos falar da competição. E aí nós nos inscrevemos e no corre-corre para o SBGames, nós continuamos sem ter mexido nela. E fomos começar a mexer nela quando voltamos do SBGames, quando faltava pouco mais de uma semana para o evento.</p>
<p>Pois bem, chegando no evento a gente já tinha combinado alguns horários pra que a gente pelo menos conseguisse terminar com um jogo ao fim das quarenta horas. Afinal, pior do que não ser campeões seria terminar de mãos vazias!</p>
<p>Nas primeiras 3 horas nós queríamos decidir o gameplay. Chegamos no evento, teve a palestra de abertura, apresentações de regras, e o sorteio da frase. Que no fim era uma frase do Paulo Coelho:  &#8221;Quem vai à busca dos montes não se detém a recolher as pedras do caminho&#8221; (E que a internet diz que é de José Martí, e não de Paulo Coelho).</p>
<p>Pois bem, fomos até a sala onde ficavam os  computadores, escolhemos nossos três computadores, e voltamos para o lado de fora, onde ficamos fazendo o brainstorm pelas próximas duas horas e um tantinho. Nesse momento talvez nós tenhamos errado. Nós pegamos uma idéia muito boa no meio do brainstorm para o desenvolvimento do jogo, e nos animamos tanto com ela, que mesmo sabendo que ela corria sérios riscos de ficar sem forma fomos a frente. E ao mesmo tempo, nos animamos tanto com a idéia boa para história, que deixamos certas partes do gameplay sem definição precisa.</p>
<p>** Erro n° 1: Era necessário que tivéssemos definido todo o gameplay nessa primeira etapa **</p>
<p>Pois bem, definimos a idéia, definimos como funcionaria nosso mundo, perspectiva e a interação entre os personagens. Concordamos com o fato de que, por nossa idéia ser meio &#8220;alternativa&#8221; (a idéia era levar o jogador meio que numa viagem junto com a gente) poderia ser mal interpretada pelos juízes, e portanto, tomarmos um zero no quesito de proximidade do tema. Mas seguimos mesmo assim.</p>
<p>A primeira noite acabou sendo pouco produtiva. Por problemas técnicos, a internet acabou as 2h. E por mais que os outros times fossem bastante solícitos, em alguns momentos tínhamos dúvidas com relação ao Unity e até mesmo com idéias que gostaríamos de mostrar aos outros que não tínhamos como mostrar/discutir devido à falta de internet. Adiantamos o máximo que nós podíamos, mas ao fim da primeira madrugada, tínhamos várias partes  desconexas, que não faziam sentido algum.</p>
<p>Dormimos algumas poucas horas e voltamos para implementação, nessa hora, chegou o nosso segundo erro. Pelo cansaço e também pela pouca experiência de trabalharmos juntos, começamos a bater cabeça com coisas que não eram tão relevantes assim para o produto final. Detalhes como em qual direção a animação correria, ou como funcionaria a aceleração do mundo na última parte do jogo.</p>
<p>** Erro n° 2: Se o  jogo ainda estava longe de ser um produto final, era pra estarmos longe de querer dar polimento **</p>
<p>Em algum momento nesse meio do caminho, a gente notou que aquele gameplay que a gente deveria ter definido nas primeiras horas, não tinha sido definido. Isso aconteceu no final da tarde do segundo dia. E aí a gente começou a tentar discutir um jeito de consertar, mas nessa hora, como o jogo ainda estava engasgado, a gente resolveu dar uma aguada nessa parte e torcer pra que o resto do jogo sustentasse esse caminho. Vocês vão ver que a jogabilidade ficou bem esquisita nessa parte por causa disso.</p>
<p>Por sorte, a gente desengasgou em algum momento. Os modelos começaram a ficar prontos, e conforme a gente foi colocando as coisas no jogo, parece que magicamente as coisas começaram a tomar as formas que tinham na nossa cabeça. Nesse momento, quando faltava pouco mais de 16h pro final do tempo, a gente viu que as próximas horas seriam de muito trabalho e quase nenhum sono.  Entramos em modo de correria, e começamos a tentar fazer tudo funcionar do jeito mais fácil possível, botamos tudo que era gambiarra que fosse necessária pra tudo plugar minimamente bem.</p>
<p>Mas as horas passam rápido nesses momentos e antes que a gente notasse, já faltavam umas 6 horas para o fim da competição. Foi hora de dar uma parada, comer alguma coisa, aliviar a cabeça, e voltar para mais programação.</p>
<p>Tudo começa a ficar meio esquisito nesse fim de competição e as horas parecem encolher na minha cabeça. Eu tava com bastante sono, tinha dormido só por volta de 2 ou 3 horas desde sexta feira, e estava tentando manter o pique pra ter um início, meio e fim até as 16h. Nesse momento o Yanko tava fazendo os sons e músicas e pensando em como a gente ia fazer a cena final, que na nossa cabeça era algo completamente diferente, mas que não ia ser feita até as 16h de jeito nenhum.</p>
<p>Pois bem. 40h depois, nosso jogo parecia estar funcionando. Estávamos prestes a ser expulsos da sala quando compilamos ele pela primeira vez. Acreditando que tudo funcionaria igual e saímos da sala. Mais tarde descobrimos que o jogo não rodava inteiro depois de compilado, mas vida que segue.</p>
<p>As coisas que eu tirei de bom foram:</p>
<p>- Apesar da competição, ninguém negou ajuda em nenhuma das horas. Todo mundo muito gente boa, sempre tentando dar uma mãozinha nos detalhes.<br />
- A ferramenta era, ainda bem, fácil de acostumar a usar, não fosse por isso, nem protótipo de jogo teríamos no final das 40h.<br />
- Ao contrário do que eu pensava, mesmo com tanta gente boa perto da gente, todo mundo teve alguns probleminhas ao longo do caminho. Stresse e falta de sono faz muito pra contribuir com isso.<br />
- Dá pra terminar sim alguma coisa em 40h, é só saber cortar as coisas certas.</p>
<p>E de ruim:</p>
<p>- Experiência de trabalhar com a sua equipe faz falta. Muita falta.<br />
- Internet nessas horas faz uma falta monumental.<br />
- Sono atrapalha pra caramba, ainda mais quando você está querendo fazer coisas que você nunca fez.</p>
<p>Por fim, em breve a gente deve colocar o jogo final online. A gente tá só acertando umas arestas, coisas que não deixavam o jogo rodar do início ao fim. Mas essa correria de fim de período tá impedindo que isso saia rápido.</p>
<p>Se vocês quiserem ver os vlogs que a gente foi fazendo pelo caminho, o post que o Yanko botou na devoid tá mais completo, <a title="Post-Mortem: Brasil Game Jam 2010" href="http://devoidgames.com/blog/2010/12/06/post-mortem-brasil-game-jam-2010/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/devoidgames.com/blog/2010/12/06/post-mortem-brasil-game-jam-2010/?referer=');">veja aqui</a>.</p>
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		<title>Game Jam do BGS</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 20:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lond</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sábado começa oficialmente o Brasil Game Show, uma feira de jogos, almejando chegar nos moldes da E3 ou Tokyo Game Show, só que aqui em terras Tupiniquins. Enquanto a feira estiver rolando, durante o fim de semana, acontecerá também o Brasil Game Jam, promovido pelo evento com apoio da Sony. Anualmente, a IGDA promove o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sábado começa oficialmente o Brasil Game Show, uma feira de jogos, almejando chegar nos moldes da E3 ou Tokyo Game Show, só que aqui em terras Tupiniquins.</p>
<p>Enquanto a feira estiver rolando, durante o fim de semana, acontecerá também o Brasil Game Jam, promovido pelo evento com apoio da Sony.</p>
<p>Anualmente, a IGDA promove o Global Game Jam, cuja idéia é reunir, em times de 3, pessoas num mesmo lugar para que estas tentem fazer um jogo inteiro em 40h.</p>
<p>O Brasil Game Jam usa a mesma idéia. Os participantes terão 40 horas contadas a partir de amanhã para desenvolver um jogo até domingo.</p>
<p>E eu tô nessa parada aí.</p>
<p>Honestamente? Tô começando a ficar ansioso. Serão outras 9 equipes concorrendo, e o tempo é curto. Mas vamos que vamos.</p>
<p>Torçam aí pelo time, e vejamos no que vai dar :)</p>
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