Hoje vi no Kotaku um carinha comentando sobre porque será que as pessoas apertam botões de elevadores várias vezes seguidas. Já parou pra pensar? Elas estão com tanta pressa, mas tanta pressa, que elas acham que se insistirem **MUITO** o elevador vai acabar cedendo.
O mesmo vale para computadores. Há aqueles que tentam fazer o psicológico (”Ah, rapazinho, não me deixa na mão, vai..”) e há os violentos (”Maldito computador *bate* Só falha na hora que eu preciso! Maldita tecnologia”). Mas em ambos os casos, você vê claramente a tentativa de personificar uma máquina, que acredite se quiser, não faz a menor distinção sobre o seu tratamento ou sobre quanta pressa você tem.
Acho que isso tudo deve ter começado com máquinas mecânicas. Afinal, se você dá um tapa numa parada mecânica e algo tiver preso, ela solta, dando a impressão de que voltou a funcionar porque “ficou com medo”.
Uma vez, um colega de curso comentou comigo: “Impressionante esses computadores..”; Ao que respondi: “Como assim?”; E ele me disse: “Não, quero dizer: Você manda ele fazer algo e ele obedece e faz. Muito impressionante.”
Pois é. Da próxima vez que você for falar com o seu computador, lembre-se que ele não vai ligar pra você, mas se ainda assim te fizer se sentir melhor, vá em frente. Afinal de contas, cada doido com a sua mania :)
Música de Fossa ainda é um dos maiores motivos pras pessoas chegarem por aqui, e como eu gosto de atender aos desejos das pessoas, vou tentar fazer um bis.
Dessa vez, a lista não é minha. Num dos fóruns que eu participava, o FHBD, nego se juntou e fez tracklists pra vários “cds”. Um de Fossa Music e três de Fuck Music.
Então, eu vou botar aqui o setlist do Fossa Music Vol. 1 e dar uma comentada nas músicas :)
Em primeiro lugar acho que é legal dar uma diferenciada porque temos dois tipos principais de música de Fossa.. Aquelas que tem uma batidinha rápida, que se você não prestar atenção na letra fica até animado e com vontade de pular. E tem aquelas que não importa o que a letra tá dizendo, só a melodia já te deixa meio triste.
01- Bauhaus – She is in Parties
Em primeiro lugar, vou deixar claro uma falha minha de caráter: eu não conheço muito de Bauhaus. É vergonhoso, eu sei, até por gostar de legião, e Bauhaus ser citado em Eduardo & Mônica, e mais ainda, porque o que eu ouvi de Bauhaus, faz o meu estilo.
Mas vamos à música, né.. Bom.. O estilo de She is in Parties pode até ser considerado meio fossa, mas a letra não se enquadra na minha descrição de fossa não. Mas o ritmo realmente não ajuda, e embora eu curta muito esse tipo de música pra ficar dançando devagar, eu tenho que concordar que se você já tiver com o humor prejudicado, pode ser que te dê vontade de procurar uma corda pra amarrar no ventilador da sala.
02- Cat Power – Half of You
Nunca tinha ouvido Cat Power antes de ouvir esse CD, até onde eu saiba. E continuarei só conhecendo essa música. Que é aquele tipo de música que você quer evitar quando tá gostando daquele carinha mas ele já te avisou que é galinha mesmo e que não quer namorar, mas você ainda tem esperanças e vai lutando até o fim. Mas com essa música, melhor manter o secador de cabelo longe da banheira.
03- Cinema Strange – Greensward Grey
Bom, então. Não gostei. Sei lá, a voz do cara não me é estranha, devo ter ouvido em algum lugar alguma música, mas não faz meu estilo, muito menos de fossa. Os instrumentos cortantes podem ficar perto de você ouvindo essa.
04- Einsturzende neubauten – Sabrina
Então.. Se eu tivesse só ouvido a música, talvez eu tivesse só chorado pelos cantos. Mas essa música veio com um clipe, que é uma fossa por si só. Depois de ouvir a música, ler a letra e ver o clipe, acho que o melhor que você faz é ir pra garagem, ajeitar o cano do escapamento pra dentro do carro, e botar essa tocando assim que ligar o motor.
05- John Cale – Hallelujah
Vou ser sincero que até esse momento eu nunca tinha prestado atenção na letra com exceção do refrão, e mesmo só prestando atenção nisso, a música já me fazia pegar a faquinha de rocambole na cozinha. Agora que eu parei pra ler a letra, e ouvir com atenção, eu troquei a faquinha de rocambole por um facão de açougueiro, e você deveria fazer o mesmo.
06- Johnny Thunders – So Alone
Você já tá na fossa. Se sentindo sozinho, abandonado e aí você escuta essa música. Você começa a se compadecer do rapaz, se identificar com ele. Aí quando a música acaba, você se dá conta de que tudo que ele disse é verdade, que na verdade todo mundo sempre mentiu pra você, e que sua mãe sempre gostou mais do seu irmão. Pois é, é hora de testar em partes o seu corpo vai quebrar quando você pular do alto do seu prédio.
07- Joy Division – Atmosphere
Essa não me fez nem pensar em pagar uma tesoura, pra mim, tá na lista errada.
08- Nick Cave & The Bad Seeds – People Ain’t No Good
Você levou um chifre, a desgraçada ainda botou foto no orkut, e até sua mãe soube antes de você. E sabe o que é pior? Foi com seu melhor amigo, aquele que você conheceu na 3ª série e que sabe todos os seus podres. Tá na hora de forrar o quarto, fechar a janela, a porta e ligar a grelha.
09- Radiohead – Fake Plastic Trees
Tudo é de mentira. Inclusive essa sua vidinha patética, em que você finge que está sendo alguém. É hora de bater no peito, assumir que é um merda e se jogar na frente do primeiro ônibus com destino pro inferno que passar.
10- Sisters of Mercy – Under The Gun
Pois é, todo mundo tem problemas no relacionamento, mas se você ouvir essa música, é bem capaz de notar que o seu não tem solução, você vai achar resposta pra cada uma das vezes que você se perguntou onde sua cara metade estava até tão tarde, e aí só tem um caminho: é ir pegar aquela lata de inseticida que você tem guardada no banheiro e beber ela todinha, e ainda tomar chumbinho, só pra ter certeza.
11- The Cure – Lullaby
Discordo dessa aqui. Lullaby pra mim é mais pra cd de Fuck Music.
12- The Smiths – How Soon Is Now
Essa pra mim é a cereja do bolo. Você ouve a música e você se sente ouvindo a história da sua vida. Você lembra daquela noite que você foi naquela boate super badalada só pra se sentir um estranho na multidão. Se toca de que não vai deixar nada de significativo pra humanidade, e só tá produzindo lixo e ferrando com o planeta. Tá na hora de pegar todos os remédios pra dormir que você achar na sua casa.
13- The Verve – The Drugs Don’t Work
Pois é, você é tão ruim, que depois de ouvir tantas músicas de fossa e tentar se matar tomando os remédios da homeopatia da sua vó o máximo que você conseguiu foi ficar com um bafo de álcool desgraçado.
Melhor botar a cabeça no forno e torcer pra que dessa vez você consiga.
14- Tim Maia – Me Dê Motivo
Bom, essa aí já falei na outra lista. Fossa Master. Essa voz profunda chegando no seu ouvido, você vê que seu relacionamento tá se encaminhando pra um fim óbvio, e que todo mundo já sabe, mas que você não quer aceitar. Pega uma seringa, enche de ar e manda ver.
15- Tom Waits – The Piano Has Been Drinking
Essa foi só menção honrosa da outra lista, mas nessa aqui ela ganha um destaque especial. Pode imaginar: Você levou aquele pé na bunda bonito, e agora até o barman já tá te dizendo que você passou da conta e não quer te servir mais. Se ele não quer te ajudar a esquecer o pé-na-bunda, tenho certeza que uma garrafa de álcool de cozinha vai fazer o serviço.
16- Wolfsheim – Once in a lifetime
Essa é pra você ouvir na chuva. Logo depois de você fazer aquela vingança pelas próprias mãos, e agora que você não tem mais pelo que viver, é hora de pular no mar e nadar até você cansar. Uma hora vai acontecer.
Espero que com mais essas 16 músicas eu satisfaça mais gente que passa por aqui procurando por música de fossa. E lembrem-se, crianças, isso é só uma lista, nada de seguir ela como um guia do que fazer, sim?! :)
(Sempre bom avisar, vai que tem alguém por aí achando que é o contrário?)
Quem me conhece e presta atenção sabe que eu tenho umas manias esquisitas.. Inclusive, tem um draft apodrecendo aqui no wordpress sobre as minhas manias que até hoje eu não terminei.
No meio dessas minhas manias estão algumas definições, que pras outras pessoas provavelmente são 100% nada a ver com nada, mas na minha cabeça fazem absoluto sentido. Meias pretas estão nessa categoria.
Pra mim meia preta é meia social e pronto, só pra meia social. Se for preto com outra cor, tipo uma que eu tenho que é metade preta, metade cinza, tudo bem. Mas meia preto sólido só serve pra sapato social.
Porque do assunto? Bom, como imagino que muitas pessoas (ou muitos homens, mais especificamente) façam por aí, eu compro meias em packs. Num dos últimos packs que eu comprei, vieram dois pares brancos e um par preto. Não teria problema, se não fosse aquela meia cano baixo, pra usar com tênis mesmo. Ou seja. Não é social. E agora eu tenho um par de meias preto que não é social.
Ele fica abandonado no meu armário por muito tempo, até que eventualmente eu pego ele pra usar.. E sempre que eu vejo que eu tô com a bagaça da meia fico ligeiramente incomodado, porque acho que aquilo não combina com tênis. (E eu vejo com frequência porque tenho mania de ficar sentado de pernas cruzadas, sempre que possível)
Enfim. Será que eu sou tão estranho assim? Ou será que meias-pretas-que-não-são-sociais são mesmo uma pária da sociedade moderna?
Desde o início do ano passado que eu tinha saído da minha vida sedentária e tinha começado a praticar exercícios, esportes e todo o tipo de coisa pra tentar deixar um pouco a forma que a faculdade e o descuido me deram.
Semana passada, finalmente, eu fui numa nutricionista pra começar a dieta pra valer. Aliás, dieta não, o nome agora é reeducação alimentar. Agora o objetivo é voltar aos 74Kg que eu tinha quando entrei pra faculdade. Hoje em dia tô com 81Kg, bem acima do meu peso normal.
Pois bem, meta pessoal: fim do ano, estarei com 75Kg ou menos. E tenho dito.
PS: ou então, com mais massa, mas aí é outra história.
Semana passada foi punk master. Duas listas de uma matéria pica, AD, uma prova de uma matéria tranquila, mas que foi no papel (e programar no papel é a pior coisa do universo) e uma lista e uma prova de uma matéria muito legal, TEP, mas que dá trabalho.
Essa semana, com esse monte de feriados vai dar pra descansar um pouco. Não muito, porque tem mais uma lista de AD, já tem lista nova de TEP, tá começando a seletiva interna pra maratona de programação..
Ou seja.. Muita coisa pra esquentar a cabeça pela frente ainda. Eu quero terminar logo a faculdade, mas ela não me deixa :(
Hobbys e coleções são coisas que dão muito dinheiro. Vive aparecendo nos jornais um super leilão de alguma coisa de alguém famoso que chega a valer mais de US$1.000.000. Só que aqui no Brasil esse tipo de mercado parece um pouco esquecido. Principalmente numa área que dá muita grana: Animes e Games.
Aqui no Brasil, supostamente por causa das taxas de importação, já custa os olhos da cara comprar qualquer coisa relacionada a videogame. As pessoas recorrem a pirataria e o ciclo se repete. Animes e Mangás estão tendo mais atenção agora, mas durante muito muito tempo, você só encontrava animes em convenções, onde o povo vendia dvd gravado em casa e escrito com caneta de retroprojetor.
E alguém que parece andar fazendo um ótimo trabalho no sentido de arrebanhar os fãs é a Focus Filmes. Não conhecia a Focus até quando há uns meses atrás eles lançaram uma super edição de colecionador de Akira. Eu, que sou um enorme fã de Akira, comprei assim que pude. E o box era bem feito: som original, em inglês e dublado, legendas em português, tanto Widescreen remasterizado quanto o original. Além de uns postcards com imagens de Akira, um poster e uma camisa. O Box, de alumínio, ainda tem na capa a mesma imagem do DVD.
O negócio é bem feito e lembro que na época já achei a Focus invejável, por acertar onde tantas outras empresas erram.
Pois agora os caras vão lançar um box com os DVDs de Jaspion, e pelo que parece, em moldes parecidos com o de Akira. Parece que, aos poucos, os fãs começam a ganhar um certo espaço e ao mesmo tempo, as empresas começam a lucrar com isso. Win/Win situation :)
Tava lendo o último texto do Papo de Homem (muito bom, por sinal), e parei pra pensar que eu tenho uma certa aversão às pessoas citadas no fim do post, aquelas que levam a vida muito a sério, que estão muitas vezes muito sérias e que tem compromissos rígidos na agenda.
Sempre levei a vida a passeio. Aquela frase conhecida, mas que eu não tenho nem idéia de quem disse: “Não leve a vida muito a sério, afinal, você não vai sair vivo dela.” Sempre foi quase um mantra pra mim. Pra muitos parece que sou acomodado, mas o fato é que tento tirar o máximo de proveito, com o mínimo de esforço.
Talvez eu pudesse dosar mais isso: Aproveitar bastante, mas ainda assim, levar coisas como a faculdade a sério o suficiente pra terminar no tempo certo. Mas o fato é que eu acho que momentos e oportunidades não aparecem duas vezes. Eu evito ao máximo deixar oportunidades passarem, a pior coisa que tem é você ficar com aquele “mas e se…” martelando na sua cabeça.
Tento me rodear de pessoas que sejam parecidas comigo. Que, do meu ponto de vista, aproveitem tudo ao máximo. Os meus amigos são pra mim exemplos. Ao meu ver são todos mais esforçados do que eu, e na posição deles, provavelmente eu tomaria outras decisões, onde o esforço envolvido fosse menor :)
Já fui acomodado e talvez em algumas áreas da minha vida eu ainda seja, mas sempre que noto, tento mudar, e alcançar, ainda que com o menor esforço possível, as metas que eu tenha estabelecidas para mim naquele momento.
Porque escrevi isso? Sei lá. Só sei que foi assim :)
Tudo começou no fim dos anos 70. Computadores pessoais começando a aparecer, com a Microsoft e a Apple; o Atari.
Depois de um tempo, estaria estereotipado na cabeça do mundo os nerds em sua forma clássica. Em sua forma “anos 80″. O carinha que jogava videogame, vivia no porão da casa da mãe, não tinha vida social e mal sabia viver em sociedade.
Nos anos 80 era comum ver nos filmes. O cara com a calça pescando, uma gravatinha (na maioria das vezes, borboleta), com sardas e se vestindo esquisito. Esse personagem tão caricato ficou gravado na mente de todo mundo, e com isso, durante um bom tempo, ser nerd era um estigma. Afinal, ninguém queria ser aquela figura esquisita, ser perseguidos pelos atletas do colégio e evitado pelas garotas.
Os anos passaram. Videogames e computadores foram se infiltrando, pouco a pouco, na vida das pessoas. Na época do NES 8-bit, videogame era uma coisa conhecida. E mesmo que ainda fosse meio estigmatizado um adulto jogar, a maioria das crianças dessa geração jogou videogame. E essas crianças, a minha geração e a geração um pouco anterior a minha, cresceram.
Pois bem. O que acontece é que hoje em dia, os nerds estão saindo do armário. As referências pop estão cada vez mais “nerdish”, voltadas para internet, videogames, quadrinhos, mangás. Basta ver na TV. Hoje temos séries com nerds carismáticos. O nerd caricato está lá, claro, mas está também o nerd mais normal. O nerd bonitinho. O nerd que chama atenção.
Hoje em dia temos séries como The IT Crowd, série de comédia inglesa que gira em torno de uma equipe de TI com dois nerds e uma mulher. Um deles, o nerd clássico. E ela, sem entender nada de computadores.
Tem também The Big Bang Theory, Sheldon com toda sua esquisitice já é um dos personagens mais conhecidos e citados por aí.
Tem também o Video Games Live, que pra quem não conhece, é um show de músicas de videogame. Que lota por todo lugar que passa. Enquanto a música da infância da geração anterior vinha de novelas, baladas e etc, muita gente da minha geração tem na cabeça como música de infância as músicas de Sonic e de Mario.
Dá pra achar por aí posts sobre como os geeks fazem bons amantes. A B. Falou disso, me recomendou um link do Universo Nerd, e já tem uns dois anos que vira e mexe cai no digg um link pra algum blog falando de como os nerds são melhores na cama do que os ditos “caras normais”.
E aí, Geek vs Nerd? Nessa discussão eu não entro. Acho que quem entra nessa discussão é porque ainda não saiu do armário, tem vergonha de se assumir, e tenta se chamar de geek, pra afastar o estereótipo anos 80 da palavra.
Nerds do mundo, uni-vos. E saiam do armário :)
Ontem, lendo as notícias, esbarrei com a notícia do Kotaku sobre o porque de Earthbound não estar no Virtual Console do Wii. Depois de ler a notícia, e os sites linkados, e ler um pouco sobre a série (Mother, no original, foi traduzido como Earthbound quando foi pros EUA).
Depois de ler, e digerir as coisas, fiquei com uma das coisas que estavam no site martelando na cabeça.. Estava escrito:
Despite these additions, and even a physical increase of memory capacity in the supposed prototype cartridge, EarthBound’s authenticity was still doubted amongst a number of skeptics in the so-called online “community.”
Agora, ignore o que está escrito, e veja a parte em negrito sublinhada. Community. Comunidade. Mother é uma série deveras antiga (do primeiro lançamento até hoje, já se passaram quase 20 anos, pois o jogo é de 1989, considerando, porém, o lançamento americano (já que a comunidade é americana), o jogo já completou 13 anos, com o seu lançamento em 1994.
Não vou entrar em detalhes sobre a série, afinal, é um assunto longo e com várias reviravoltas. Quem estiver interessado, pode seguir os links do Kotaku ou ver na Wikipedia. O que me interessou na verdade, foi o fato da comunidade de Earthbound/Mother ser tão ativo, mesmo depois de tanto tempo sem outro lançamento americano da série.
13 anos. E eu achei uma coisa bem curiosa. Observando jogos single player, como Earthbound/Mother, Final Fantasy, Chrono Trigger ou Soul Reaver, por mais que a comunidade vá se dissolvendo ao longo do tempo, não é difícil ver fóruns exclusivos sobre um dos jogos de cada uma dessas franquias, discutindo o jogo até os últimos detalhes, e sempre discutindo sobre possíveis lançamentos, fan arts, fan fics, e tudo mais. Um evento parecido com o que aconteceu com Harry Potter durante o lançamento dos livros.
Porém, quando se olha jogos Multiplayer, esse tipo de comunidade, pelo menos pra mim, parece mais difícil de se formar. Claro que há exceções, como Street Fighter, que tem fãs por todo o globo e esteve aos berros quando SF4 foi anunciado. E também se exclui os MMOs, porque eles basicamente são uma comunidade.
Digo jogos multiplayer como Mario Kart, Top Gear e outros que no momento me fogem a memória.
Teorizo que talvez seja a falta de história. Claro que há fãs de Mario Kart, mas dificilmente se vê muita gente cultuando o Mario Kart de SNES, por exemplo. Há fãs da série, cultuando a série, mas geralmente, não se prendem a uma iteração específica, e a cada iteração nova, agradecem e apreciam as novas features que foram incluídas.
Mas isso não se vê com esses jogos citados. Existem fãs de Street Fighter II, em específico. E eles não gostam do I, ou do III, pra eles o bom é o II. O mesmo acontece com Final Fantasy.
Chrono é mais complicado, porque, assim como Earthbound, tem uma comunidade triste, esperando novidades sobre a série, sem sucesso. Earthbound gira em torno do lançamento dos jogos que ficaram lançados só no japão.
Talvez o assunto nem seja tão interessante. Talvez, como vejo agora, seja bem óbvio que a história é possivelmente o fator primário que guia essas comunidades. Talvez não seja tão óbvio assim. O fato é que eu estava com isso martelando, e precisava escrever sobre o assunto.
Hoje acordei resolvido a começar a botar meu projeto final em prática. Já tava empurrando isso com a barriga há algum tempo, mas tá na hora. Poucos períodos pela frente, possivelmente muito trabalho, tempo reduzido.
E aí é que entra Murphy: A principal fonte que eu preciso, tá fora do ar, sem motivo nenhum aparente :P
Amo muito tudo isso.
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