Category Archives: Random Rant

Surreal

Hoje, voltando da faculdade, peguei um ônibus qualquer que estava cheio. Pois bem, num ponto, o motorista pede ao fiscal que ele peça ao ambulante que fica no ponto uma garrafa de água com gás, o fiscal então replica que o ambulante está sem água com gás, e os dois conversam sobre o fato de ele só beber água com gás e tudo o mais.

Uns dois pontos depois, o motorista pára o ônibus, desce e se dirige à um bar. Agora, não sei vocês, mas dado a cena que eu tinha presenciado há menos de 5 minutos antes, eu acredito que ele tenha ido comprar água, mais especificamente, com gás.

Olho a volta e noto uns estalares de língua, umas caras feias. Pouco depois, um cara comenta:  “Surreal.”, ao passo que outro responde: “Pois é, não é ele que tá em pé o dia inteiro!” Alguém ainda tenta: “O cara foi comprar água.” Mas o burburinho continua: “Foi pro bar? Inacreditável.”

Logo depois o motorista voltou e a viagem seguiu. Com as caras feias. Afinal, o motorista é um robô, obviamente. Ele não pode ter sentimentos, não pode saciar suas necessidades fisiológicas, e ai dele o dia que o cara tá de mau humor e reclama alguma coisa com alguém, ainda leva fama de motorista mau-humorado, se não pára fora do ponto ouve uns xingamentos, como se estivesse fazendo coisa errada. É por isso que o cara eventualmente vira um motorista “dumal”, passa a ignorar uns pontos, deixar passageiro no ponto.

Já dizia Raul:

O meu egoísmo
É tão egoísta
Que o auge do meu egoísmo
É querer ajudar

É o que eu penso.

Surreal.

You’re doing it wrong

Tô fazendo uma matéria esse período na faculdade que tem dois professores. O segundo é um colega do professor principal que está auxiliando na matéria.

O primeiro, tem conhecimento amplo sobre o assunto, prático e teórico. O segundo, está na área ao que parece há algum tempo, mas não na parte em que  a matéria é focada. É tipo maçãs e laranjas.

E como a matéria tem muito de discussão e é um negócio meio aberto e tudo mais, você nota, claramente, que o cara viaja N vezes, porque não tem conhece bem a área e as pessoas estão falando sobre várias coisas que são “internas”.

E aí o cara tenta puxar pra um lado mais mercadológico, uma parada mais engenharia de software, um negócio totalmente distante da matéria original. Fica uma parada forçada, sem sentido, e o sentimento que permeia na sala é a vergonha alheia.

Então, fica a dica: Se você não sabe sobre um assunto, procure se informar melhor antes de pensar em dar uma matéria junto com alguém, pra não ficar aquela impressão de que você tá na aba só por interesses pessoais.

Aprendam a discutir

Participo de algumas listas de discussão, e vivo em alguns meios bem diferentes entre si, de modo que, em vários assuntos, as opiniões divergem bastante.

O que eu vejo é que comum que as pessoas tenham, sobre certos assuntos, uma opinião meio fanática. Bom, todo mundo conhece o velho ditado né? “Religião, Política e Futebol não se discutem!”

Pois é, eu discordo dessa história. Vamos tomar política como exemplo. É um assunto extremamente importante, vai mudar muita coisa na sua vida o jeito como você pensa, e vai mudar coisas na minha vida o jeito como a maioria pensa. Ao contrário do ditado, é extremamente importante discutir política. Só que aí entramos no que eu disse.. Política, Futebol, Religião, Sistemas Operacionais, Linguagens de programação favoritas, enfim.. As pessoas tendem a tomar uma posição extremamente defensiva sobre esse tipo de assunto e isso muitas vezes impedem que elas vejam argumentos que mudariam bastante seu ponto de vista.

No caso de futebol, eu até acredito que dê pra entender. Afinal, o cara é de um certo time de futebol, até certo ponto, o fanatismo dá pra entender. O que não dá pra entender é, como eu já vi, gente do mesmo time quase saindo no tapa porque um era “menos fanático” do que o outro. Já é bizarro ver discussões virando físicas entre pessoas de times diferentes, do mesmo time então!

Mas nos outros casos, o cara tá tão acostumado a ter uma determinada opinião, seja porque ele cresceu com aquela opinião, seja porque ele botou dinheiro no que ele acredita, ou porque aquilo que ele acredita dá dinheiro pra ele, que ele simplesmente se recusa a ouvir argumentos racionais. E isso é extremamente prejudicial.

Veja bem, vamos voltar pro caso de política. O cara sempre ouviu os pais falarem sobre o partido AAA, votarem no partido AAA, e dizerem como o partido ZZZ é ruim, ou corrupto, ou não faz sentido. Daí o cara, as vezes sem motivo, acaba adquirindo a mesma opinião, e tendo a mesma inclinação. E enquanto os pais tinham um motivo real para não votar no partido ZZZ e sim no AAA, o cara passa a usar o partido como uma religião, e a vestir a camisa na hora das discussões. Aí não adianta você mostrar um vídeo com o cara fazendo uma reunião ensinando a roubar que o cara vai continuar dizendo que aquilo é manipulação do partido ZZZ pra atingir o AAA.

Não adotem posturas fanáticas. Ouçam argumentos. Procurem fatos. Duvidem de suas próprias opiniões. Assumam que vocês podem estar errados! É importante saber disso. E discutam. Trollem por aí, se quiserem, mas trollem conscientemente :)

O problema de ser Early Adopter

Pois é. Tô usando um negócio que não tá muito estável pra desenvolver no projeto final, porque é uma das únicas opções pro que quero fazer.

O custo é que a implementação não tem tudo que eu esperava que eu tivesse. E na verdade, tem muito menos do que eu esperava. ?? bizarro e mais do que isso, frustrante. Mas, sou brasileiro, então, continuemos.

A escrita na internet

Isso é um assunto relativamente polêmico, já que desde os primórdios da internet que ela ao mesmo tempo que facilita o compartilhamento de informação, ela deteriora as línguas no geral.

Bom, vamos lá. Em primeiro lugar, vou expor como eu acho que tudo isso começou.

A internet surgiu no meio acadêmico, mais em específico, no meio acadêmico da computação, e em geral, exatas. O povo que já era forçado, na época, a mexer com terminais e por consequência, acabava aproveitando pra usar o que na época era uma rede pequena.

Profissionais da área de exatas, em geral, tem menor domínio com a língua. Já vi algumas coisas cascudas, mas o que eu quero dizer é que normalmente o povo de exatas, até mesmo por falta de uso, acaba enferrujando um pouco aquilo que provavelmente nem era a área que eles eram mais proficientes, pra começar.

Pois bem, acho que isso já era um fator para deteriorar um pouco a língua, ou o modo de escrita da “internet” da época.

Pois bem, quando as pessoas normais (e entendam isso como bem quiserem) começaram a usar a internet, já vários anos depois, elas tinham outro problema, que não necessariamente o domínio da língua – embora alguns casos, isso pudesse estar combinado – que era a falta de costume de usar um teclado.

Não sei se vocês são assim, mas conheço N! pessoas que digitam com um dedo de cada mão, olhando para o teclado e checando depois de cada palavra que escrevem. Isso obviamente atrasa a escrita. E o mundo em que nós vivemos é um mundo movido por pressa. E assim as pessoas começaram a abreviar as coisas, num intuito de simplificar a escrita, mantendo a idéia.

Assim surgiram abreviações. E no início elas era bem úteis, de fato.
Vejam bem, “Você” precisa de 5 toques de tecla, sem contar o shift. Já “Vc”, só 2. ?? mais simples, e não acaba com nada, dado que você escreva normalmente o resto da frase.

Mas as pessoas tem o péssimo costume de perder a noção. Em tudo. E assim começaram as abreviações-que-nem-são-abreviações. Tipo “Ká”. “Cá” tem exatamente o mesmo número de toques. E o K nem é num lugar muito melhor, na minha opinião.
Bom, é fácil ver que as pessoas substituiram várias vezes C por K desnecessariamente. Dependendo da pessoa você podia ver a coisa degradando mesmo, o cara escrevia só errado. Não era muito uma abreviação.

E ainda tem o problema da pontuação. As pessoas comem tudo. Vírgula, Ponto, Interrogação. Eu assumo, na internet eu poucas vezes uso ponto. Uso reticências, mas ponto é raro. Porque eu prefiro terminar frases com emoticons. Porque? Simples. Imagine a seguinte conversa:

<Fulano> Caramba, cara. Não aguento mais minha vida. Fico o dia inteiro em casa.
<Beltrano> Porra. Vai a merda, mané.
<Beltrano> Trabalho o dia todo e tu reclamando.

<Fulano> Caramba, cara. Não aguento mais minha vida. Fico o dia inteiro em casa.
<Beltrano> Porra. Vai a merda, mané xD
<Beltrano> Trabalho o dia todo e tu reclamando xDD

Qual a diferença entre as duas? Na segunda versão é óbvio que o Beltrano estava brincando com o fulano. Do tipo “Pô, tu tá reclamando de boca cheia, mané!”. E na primeira? Bom. ?? assim que começam as guerras.

Mas não usar interrogação? Pô, isso me deixa triste. Puxa vida. Nem é tão difícil… Quer perguntar? Usa interrogação!

Mas bom. Versão resumida e fechamento:

Ter que decifrar coisas na internet é muito chato. Usem acentuação. Não precisa escrever tudo como se fosse redação de vestibular. Mas que tal tentar não assassinar o português?
Emoticons são legais, eles ajudam a sua vida.

E por favor. Sério. Não riam “rsrsrs”. Ou você ri algo do tipo “Hahaha!”, ou você só usa “*Risos*”. “rsrsrs” é uma coisa que veio de lugar algum, e deveria voltar pra onde veio.

Ah, e fica aqui o guia sobre como N??O escrever, em lugar algum, mesmo que seja a internet: Dedonês

E tá chegando as eleições!

Pois é. Lá vem o circo começando outra vez. Pra mim eleições sempre começam mal com as centenas de “santinhos” de candidatos inundando a rua, sujando pra tudo que é lado. Como se não bastasse nego distribuindo papel de agiota, nessa época do ano se juntam também os que distribuem papel de candidato.

Mas vá lá, o cara tem que fazer marketing de alguma maneira, né. Afinal, o horário político virou um show de horrores. Ou vai dizer que não? Tinha a super Zefa e tantos outros candidatos absurdos. Como um cara desses tem cara de se candidatar? E como tanta gente (+5000 votos pra super zefa) vota nesse sujeito?

O Brasil tem jeito, eu ainda tenho fé. Cada vez menos, verdade, mas ainda tenho. Ainda acredito que dá pra mudar, aos poucos, aos trancos e barrancos, se esforçando.

Pra começar, tem que tirar essa idéia ridícula que é a aprovação automática no Rio de Janeiro. Como o cara é aprovado automaticamente? COMO? Isso não faz sentido algum. O cara não aprende absolutamente nada, e é aprovado. Parem o mundo, eu quero descer :(

Educação é algo primordial. Todo mundo sabe disso. Todo mundo ouve isso. E mesmo assim, o cara me coloca aprovação automática. ?? interesse, óbvio. Mais massa pra manipular. Mas cacetópolis! Não dá pra ser assim!

Eu tenho fé de que aos poucos esses políticos vão ser expurgados. Eu tento fazer a minha parte também. Mas eu sou um só. E uma andorinha só não faz verão. Mas o jeito é continuar tentando.

E o que fazer? Pra começar, o problema é aquele pensamento: “Porra, votar. Que saco. Esse calor infernal, mó solzão e eu tendo que ir votar. Quer saber? Vou votar no primeiro filhodaputa que eu encontrar pela frente.”
E assim a Super Zefa ganha 5k votos.

Chega, vai. Vamos votar pra tentar melhorar essa bagaça. E se o vagabundo que for eleito não fizer o que promete, tem que cobrar, porra! Sabe, o mundo não funciona mais do jeito torto que funcionava. ?? 2008, a gente tem internet pra se mobilizar, pra encher o saco do cara, pra divulgar as falcatruas.

Então, eu sugiro. Escolha o seu candidato, depois, procura na internet, vê se não tem em algum lugar um podre sobre ele. Porque eleger um cara que foi chutado do cargo de presidente não dá. Puta merda.

Mais uma derrota do DRM (E o que é DRM)

Pra quem não sabe, DRM é um esquema de encriptação feito para, em tese, evitar a pirataria e garantir que só quem comprou a música possa ouví-la. O problema é que no fim das contas, como acontece em todos os sistemas anti-pirataria que já vi até hoje, quem paga o pato é o cara que quer ser honesto.

No DRM quando você troca de computador (acho que na verdade mudanças significativas de hardware também influenciam – trocar uma placa de vídeo, etc), ou quando você muda de SO (quando por exemplo você tem que formatar o windows porque pegou um vírus), você tem que “reemitir licenças” DRM. Isso significa que você precisa se conectar com o servidor onde comprou as músicas e pedir uma reemissão, para que você possa ouvir novamente suas músicas.

Porém, você poderia fazer isso de N diferentes computadores, passar pros seus amigos as músicas e eles fazerem isso e tudo mais. E isso é o que o DRM quer evitar: pirataria. Então o que o DRM também possibilita é que o cara que te vende a música defina um número máximo de vezes que essa licença possa ser reemitida. Digamos 3, por exemplo.

Então é assim, depois de três vezes, você vai ter uma danada de uma dor de cabeça pra conseguir fazer sua música tocar outra vez (entrar em contato com o site que vendeu e tudo o mais).

E se, como acontecerá esse mês com o Yahoo Music, o servidor fechar? Sair de negócio?

?? isso mesmo, bye, bye pra você. Na verdade, você tem a alternativa de gravar as músicas em cd e daí retransformá-las em Mp3. Porém, o Mp3(ou no caso do DRM o WMA) não é um formato sem perdas, o que quer dizer que quando se converte de um cd para Mp3 você perde um pouco de qualidade, assim como acontece quando você tira uma xerox. Agora, se você tem algo em WMA, daí grava em CD você está gravando em cd uma música que tem a qualidade um pouco degradada, já que ela foi copiada de um cd original, porém, ao retransformar essa música em mp3, é como se fosse uma xerox da xerox, começam a acontecer ruídos e tudo o mais.

No fim das contas, quem sofre é o cara que teve o cuidado de comprar a música legalmente pra poder dar um suporte pro artista que ele gosta.

E isso sem contar a falta de oportunidade de usar DRM no Linux, por exemplo.

Sempre fico impressionado como a indústria, que tem várias pessoas bem pagas tomando essas decisões que vão movimentar milhões, toma decisões que uma criança de 10 anos conseguiria ver que é uma estupidez sem tamanho.

Viva a Amazon e Apple Store, por exemplo, que desistiram da burrice a tempo e começaram a vender músicas em formato Mp3. Melhor perder uns poucos clientes com pirataria do que perder todos porque o que você vende não funciona bem, não?

Playstation 3

Já adianto logo, não sou fanboy da Nintendo, só não sou lá muito chegado a sony. Explico: Ao contrário da maioria dos gamers hardcore que eu conheço, não sou chegado em RPGs, e por isso, não sofri da “Crise do PS1” que vários amigos meus tiveram, porque o PS1 teve todos os RPGs enquanto o N64 sofreu com jogos muitas vezes infantis e que usavam menos o potencial do console do que poderiam.

Com isso, o PS1 foi um console que pra mim passou em branco, somente com o fim da vida útil do console é que comecei a ver alguns jogos que me interessavam, mas um emulador cuidou da parada.
Já na geração seguinte, os consoles foram, a princípio, completamente desinteressantes pra mim. O GameCube porque tinha poucos jogos que me interessavam, o PS2 porque já conhecendo melhor os tipos de jogos que eram atraídos pra plataforma da sony, provavelmente também teria poucos jogos que me interessassem, e o XBox porque eu só sabia de um jogo interessante(Fable).

Os poucos jogos foram saindo e dos três consoles eu tive vontade de ter dois, o gamecube e o ps2. Mas não era uma vontade enorme, afinal, tinham pouco mais de 10 títulos que me interessavam em cada console, e a grana era curta. No susto eu comprei um PS2. E daí começou a minha não-afinidade com a sony.

Entendam, sempre fui nintendista até o N64, quando infelizmente fiquei sem consoles. Mas o último console que eu tinha tido era um SNES, e antes disso, um Phantom, uma das muitas cópias do NES 8-bit.

Pois é, ao contrário do meu SNES(que caiu muitas vezes no chão e que da única vez que quebrou me custou menos de 50 reais pra consertar), o PS2 ao que tudo indicava era quase de porcelana. Os relatos de PS2 quebrados eram muitos e pelos menores motivos. Uma vez vi inclusive um vídeo de comparação de resistência entre um PS2, um Gamecube e um Xbox e obviamente o PS2 foi o primeiro a desistir.

O PS2, depois eu descobri, tinha uma biblioteca de jogos bem agradável, mas o fato de que o console era feito de porcelana me fez ficar meio chateado com a sony, afinal, pra mim a Nintendo sempre foi um ícone do cuidado com seus próprios consumidores. Aos poucos eu fui achando cada vez pior o cuidado da sony com os consumidores. Enquanto eu raramente ouvia falar de um Gamecube quebrando, com o PS2 era mais do que comum: era certo. O Xbox passou despercebido, mas depois eu fui saber que já contando com o fato de que o canhão não é algo muito resistente, o XBox tem a facilidade de poder trocar um drive de dvd por outro, user replaceable.

Ao passo de que pra mim a sony ficou, por causa do PS2 (E depois dos relatos que eu ouvi de problemas semelhantes já existentes no PS1) com uma imagem de produto de baixa qualidade. E quando saiu o PS3 eu torci o nariz. Tanto pelo preço, quanto pelos problemas que eu já imaginava que teria. E o Wii parecia sair muito a frente, com o tipo de jogo que me atraía.

Mas aí eu comprei o meu DS e a guerra dos consoles ficou esquecida pra mim um pouco. Fui saber hoje que a Sony foi, aos poucos, tirando o suporte a backwards compatibility do console. A primeira versão, de 60GB, era a “de luxo”, tinha várias paradas, Wi-Fi, leitor de cartão e o escambau.  Ao mesmo tempo saiu o de 20Gb que não tinha suporte pra algumas coisas, era o “de baixo custo”. Mas ambos tinham um chip de PS2 dentro pra fazer a tal da compatibilidade completa e por hardware. Depois saiu o de 80Gb, que já não tinha mais o chip de PS2, somente uma emulação de PS2 por software. E agora há pouco tempo o de 40Gb, que acabou completamente com compatibilidade.

E aí? E aí que a sony não resolveu os problemas do PS2. PS3 continuam a dar problema por causa do canhão. E por causa da retirada das versões de 20GB/60GB do mercado, ela criou uma certa dor de cabeça pra quem tem os consoles e tem problema com eles, pois trocar na loja onde foi adquirido não é algo fácil.

O X360 é outro exemplo de problemas. Com o 3RL e tudo mais. E aí eu acabo parecendo fanboy da nintendo, que até fez um shipping de graça de capas de silicone quando começaram a estourar tvs por não usar o strap no wiimote. Isso sim é se importar. Seja porque eles se importam com a imagem da companhia, ou porque eles sabem que no fim das contas, são os gamers que dão dinheiro pra eles, e quando eles encherem da falta de suporte, é pra eles que a coisa aperta.