Nunca tinha visto muito porque de usar twitter, mas ultimamente vários conhecidos andaram entrando na moda, e daí eu pensei que talvez fosse bom pelo menos experimentar. Sabe como é, né? Pra reclamar, tem que ter testado.
Pois bem, fiz uma conta, comecei a seguir todo mundo que eu sabia que tinha twitter e tentei me botar no espírito do negócio.
Logo no primeiro dia tive uma impressão boa do negócio. Como qualquer um pode ver sobre o que você falou, em pouco tempo alguém tinha respondido um dos meus Tweets com sua teoria de porque o mangue, o lugar do fundão onde tem bebida e música, estava tão vazio.
Ao mesmo tempo, tem sim muito de jogar papo fora. Só dizendo o que se faz ou algo assim. Mas é interessante, também, você acaba conversando sobre coisas que provavelmente não conversaria porque é um assunto aleatório.
Ainda sobre esse ponto de dizer o que está fazendo, pra minha é a velha história de como se usa a ferramenta. Por exemplo, eu posso fazer exatamente a mesma coisa com subnicks do MSN, ou com as mensagens que dá pra botar no orkut. Contar tudo que eu tô fazendo e quando tô indo no banheiro. Geralmente, pessoas que fazem esse tipo de coisa não tem seguidores, como são chamados aqueles que acompanham a um usuário, por serem desinteressantes.
Problemas a parte, o Twitter tem se mostrado uma ferramenta interessantes para descobrir links, notícias e até novos blogs pra ler. Até agora tô gostando da bagaça. Vamos ver se o encanto passa :)
Pra quem não sabe, essa semana a 3D Realms, produtora de Duke Nukem 3D, Wolfenstein 3D, Samurai Warrior, dentre outros títulos, fechou as portas.
Com isso, Duke Nukem Forever, o título que estava prometido desde 1997, nunca chegará a ser lançado. O jogo, que era considerado Vaporware por muitos, estava dentre as lendas da internet. Junto com Chinese Democracy, do Guns N’ Roses. O CD saiu, o jogo, ao que parece, não terá a mesma sorte.
Com isso, temos o fim de uma era. O fim da espera interminável pela saída de DNF. Só resta dar um adeus à produtora que fez jogos tão bons :)
O que eu vou falar não é novidade. O Google Reader é usado por vários amigos meus e já tem algum tempo, inclusive. E eu nunca aderi antes por um motivo muito simples: antes, quando eu tinha mais tempo e poucos feeds, dava pra ler todos os feeds todos os dias, com calma, e gerenciar todos de um jeito muito tranquilo. Gosto do Live Bookmarks do Firefox, então eu gostava da solução. Quando os feeds aumentaram e o tempo diminuiu, eu comecei a procurar um jeito melhor, e esbarrei no LiveClick.
O LiveClick é uma extensão pro Firefox que melhora o Live Bookmarks, fazendo com que ele guarde quais feeds já foram lidos, destaque os novos, etc.
O Problema é que ultimamente meu tempo em casa vem diminuindo, e com isso, o tempo de ficar no pc lendo os feeds vai junto. Às vezes eu olhava o reader pra ver as recomendações dos amigos, mas não pra ler mesmo. Até que eu resolvi, agora, migrar pra ele e testar pra ver como fica.
No pior caso, volto pro Live bookmarks. Mas fica aqui a dica: o negócio funciona bem, e essa parada de poder, facilmente, compartilhar os links é muito bom. Melhor ainda porque você não fica mandando email incomodando os amigos, quem quiser, vê, quem não quiser, não vê. Fácil e rápido :)
Hobbys e coleções são coisas que dão muito dinheiro. Vive aparecendo nos jornais um super leilão de alguma coisa de alguém famoso que chega a valer mais de US$1.000.000. Só que aqui no Brasil esse tipo de mercado parece um pouco esquecido. Principalmente numa área que dá muita grana: Animes e Games.
Aqui no Brasil, supostamente por causa das taxas de importação, já custa os olhos da cara comprar qualquer coisa relacionada a videogame. As pessoas recorrem a pirataria e o ciclo se repete. Animes e Mangás estão tendo mais atenção agora, mas durante muito muito tempo, você só encontrava animes em convenções, onde o povo vendia dvd gravado em casa e escrito com caneta de retroprojetor.
E alguém que parece andar fazendo um ótimo trabalho no sentido de arrebanhar os fãs é a Focus Filmes. Não conhecia a Focus até quando há uns meses atrás eles lançaram uma super edição de colecionador de Akira. Eu, que sou um enorme fã de Akira, comprei assim que pude. E o box era bem feito: som original, em inglês e dublado, legendas em português, tanto Widescreen remasterizado quanto o original. Além de uns postcards com imagens de Akira, um poster e uma camisa. O Box, de alumínio, ainda tem na capa a mesma imagem do DVD.
O negócio é bem feito e lembro que na época já achei a Focus invejável, por acertar onde tantas outras empresas erram.
Pois agora os caras vão lançar um box com os DVDs de Jaspion, e pelo que parece, em moldes parecidos com o de Akira. Parece que, aos poucos, os fãs começam a ganhar um certo espaço e ao mesmo tempo, as empresas começam a lucrar com isso. Win/Win situation :)
Bom, ainda sobre o projeto final, a área que eu escolhi é desenvolvimento de jogos.
Desenvolvimento de jogos é uma área que sempre me interessou e, na verdade, foi um dos grandes motivos pra entrar na faculdade. Sempre sonhei em participar do processo de criação de um jogo. Quando era pequeno, vi um programa no Discovery Kids em que o apresentador visitava o centro de testes da Nintendo of America, fiquei maravilhado e por muitos anos aquele foi o sonho da minha vida. Quando soube mais do trabalho descobri que ele não era nenhum trabalho dos sonhos, mesmo. Mas, na época, os atrativos eram enormes – você jogava videogames o dia inteiro, videogames novos, e ainda podia pegar os jogos da nintendo de graça pra levar pra casa.
(…)
Pra ler o resto, clique aqui, ou lá em cima em GameDev.
Tudo começou no fim dos anos 70. Computadores pessoais começando a aparecer, com a Microsoft e a Apple; o Atari.
Depois de um tempo, estaria estereotipado na cabeça do mundo os nerds em sua forma clássica. Em sua forma “anos 80″. O carinha que jogava videogame, vivia no porão da casa da mãe, não tinha vida social e mal sabia viver em sociedade.
Nos anos 80 era comum ver nos filmes. O cara com a calça pescando, uma gravatinha (na maioria das vezes, borboleta), com sardas e se vestindo esquisito. Esse personagem tão caricato ficou gravado na mente de todo mundo, e com isso, durante um bom tempo, ser nerd era um estigma. Afinal, ninguém queria ser aquela figura esquisita, ser perseguidos pelos atletas do colégio e evitado pelas garotas.
Os anos passaram. Videogames e computadores foram se infiltrando, pouco a pouco, na vida das pessoas. Na época do NES 8-bit, videogame era uma coisa conhecida. E mesmo que ainda fosse meio estigmatizado um adulto jogar, a maioria das crianças dessa geração jogou videogame. E essas crianças, a minha geração e a geração um pouco anterior a minha, cresceram.
Pois bem. O que acontece é que hoje em dia, os nerds estão saindo do armário. As referências pop estão cada vez mais “nerdish”, voltadas para internet, videogames, quadrinhos, mangás. Basta ver na TV. Hoje temos séries com nerds carismáticos. O nerd caricato está lá, claro, mas está também o nerd mais normal. O nerd bonitinho. O nerd que chama atenção.
Hoje em dia temos séries como The IT Crowd, série de comédia inglesa que gira em torno de uma equipe de TI com dois nerds e uma mulher. Um deles, o nerd clássico. E ela, sem entender nada de computadores.
Tem também The Big Bang Theory, Sheldon com toda sua esquisitice já é um dos personagens mais conhecidos e citados por aí.
Tem também o Video Games Live, que pra quem não conhece, é um show de músicas de videogame. Que lota por todo lugar que passa. Enquanto a música da infância da geração anterior vinha de novelas, baladas e etc, muita gente da minha geração tem na cabeça como música de infância as músicas de Sonic e de Mario.
Dá pra achar por aí posts sobre como os geeks fazem bons amantes. A B. Falou disso, me recomendou um link do Universo Nerd, e já tem uns dois anos que vira e mexe cai no digg um link pra algum blog falando de como os nerds são melhores na cama do que os ditos “caras normais”.
E aí, Geek vs Nerd? Nessa discussão eu não entro. Acho que quem entra nessa discussão é porque ainda não saiu do armário, tem vergonha de se assumir, e tenta se chamar de geek, pra afastar o estereótipo anos 80 da palavra.
Nerds do mundo, uni-vos. E saiam do armário :)
Bom, não sei se eu que não estava bem informado, ou se a google lançou recentemente, mas soube hoje do Google Latitude.
O Google Latitude é um serviço que lembra um serviço de presença (algo como um IM sem mensagens), mas a diferença é que ele serve pra que você deixe seus amigos verem onde você está no momento.
Se fosse qualquer outra coisa nem teria comentado, já que nem dá pra eu usar. Mas é porque eu sempre pensei que queria fazer algo assim nesse estilo. Explico: Acho super divertida a idéia de você estar, por exemplo, saindo do trabalho e indo pra casa, daí você olha seu celular e vê que seu amigo está na rua do lado de onde você tá, você liga pro cara e diz “Pô, tá indo pra casa? Tô aqui do seu lado.”, e daí vocês se encontram, e vão conversando pelo caminho.
O mesmo pode ser aplicado pra outras situações em que você está andando por aí.
Claro que tem o problema da privacidade, mas caguei. Na minha cabeça, se eu vou adicionar alguém a um serviço desses, é porque ele é meu amigo. Então, ele pode saber onde eu estou. E dá pra desativar o serviço e coisa e tal. Super interessante.
Queria ter um telefone que desse pra testar :)
Um aviso pra quem gosta de mexer no orkut horas e horas a fio por aí afora. Acabei de ler esse link, em que o cara conta que basicamente perdeu a sua conta do orkut pra hackers usando de phishing/engenharia social.
Tá, como aconteceu? Vamos lá. Talvez você já saiba disso, mas todos os logins que você faz em sites na web são gerenciados por Cookies. Cookies são arquivos, em geral totalmente texto, que guardam pequenas partes de informação sobre um determinado site, como por exemplo, se você está logado, há quanto tempo, ou quando foi a última vez, etc.
Existe um tipo de ataque onde o atacante se aproveita de falhas no browser e se apodera de Cookies do computador da vítima, ficando assim com os mesmos privilégios de login que a vítima tinha no momento do ataque. Esse tipo de ataque é mais raro por depender de falhas no browser. Mas não é impossível.
O que aconteceu no caso do rapaz que eu citei no início do post foi simples. Ele caiu numa dessas mensagens de “Hey, cê pode votar pra mim nessa comunidade, você também tá concorrendo, cê viu?”, ou algo assim. Clicou, a página pediu o login e senha dele outra vez e bang, ele perdeu a conta dele. Aqui é que entra a falha do orkut. No Cookie do orkut, não é guardado nenhum tipo de informação sobre a senha, de modo que caso o atacante faça isso que o atacante dele fez, ele tem acesso a sua conta, não importa se você muda ou não a sua senha. Sentiu medo? Deveria.
O dano, pelo que parece, se restringe a conta do orkut. Mas como tem muita gente que acha que orkut é Serious Business, acho melhor tomar cuidado. Li alguns reports e o bug é dado como reportado, mas bom, aconteceu de novo. E se não foi desse jeito, foi com outro ataque.
Phishing é um problema real, e embora no orkut ele seja mais usado, ele acontece em todo lugar. Cuidado onde você clica. Veja duas vezes antes de clicar num link. Em redes sociais, em vez de clicar num link, copie e cole o link na barra de endereços, veja se ele corresponde a página que ele deveria.
Porque depois não adianta chorar pelo leite derramado.
Uma das primeiras coisas que coloquei quando botei esse blog, ou o domínio, de pé, foi a wishlist.
Acho que eu criei ela pro orkut, mas também como um precursor da lista 101/1001, e pra mim ela ia servir de guia na hora de gastar dinheiro. Com o tempo, por ser uma parte estática, ela acabou ficando desatualizada. Os links foram morrendo, fui comprando as coisas que tavam nela e não atualizando.
Essa semana eu lembrei que ela existia. Fui ver e tavam quase todos os links mortos. E daí, na idéia de consertar, fui fazer uma outra wishlist, dessa vez na Amazon. Assim, a maioria dos links não vai morrer.
Fiz uma wishlist porreta. Botei nela tudo que eu quero hoje em dia. Quadrinhos, jogos, filmes, livros, algumas coisas de outros sites (uma feature interessante da amazon, por sinal), enfim. A maioria das coisas que estão no 101/1001 estão lá, e também coisas que não estão.
O link tá aqui, mas além disso, substituí o link ali do lado por um button da amazon. Eu gostei :)
Depois de ficar rolando na cama por umas 2h, coisa que nunca acontece comigo, desisti de dormir por enquanto.
Daí lendo uns sites de notícias e blogs que eu leio, tava vendo um flame sobre Final Fantasy VII. Bom, se você não é um gamer, você talvez nem saiba o que é final fantasy. Se você sabe, é bem provável que conheça o VII, talvez o mais famoso da série, ou pelo menos, tá no top 3.
Eu achei engraçado porque Final Fantasy VII, é um dos poucos jogos que pra mim tá num hall engraçado de jogos, junto com Shadow of the Colossus e alguns outros “sortudos”.
Explico: Normalmente, jogos, filmes, livros, geram um espectro de opiniões. Tem gente que ama (”Cara, é o meu favorito! Não tem melhor no mundo inteiro!”), tem gente que não liga, gente que achou meia boca (”Bom, é aquele negócio. Se você não tá fazendo nada…”), outras várias opiniões no meio do caminho, e gente que detesta (”Não sei como fizeram uma aberração assim. ?? horrível!”).
Pois bem, esses jogos, estão num nível superior. Eles geram opiniões quase binárias. A “área cinza” entre o amar e o odiar é muito pequena, a grande maioria esmagadora das pessoas ou ama de paixão, ou detesta do fundo do coração.
Eu, por exemplo. Acho que Shadow of The Colossus é uma obra prima dos videogames. A história, que é só um fragmento desconexo, é aberta à interpretação do jogador, que pode preencher o antes e o depois com aquilo que lhe é mais certo. O clima do jogo é perfeito, passa exatamente a sensação que ele pretende: uma terra abandonada, proibida, em que nenhum humano pisa há eras.
Já Final Fantasy VII, os fãs que me perdoem, e sei que são muitos, mas eu acho chato pra cacete. A história até que não é ruim, tem algumas reviravoltas, alguns personagens chave, mas não foi uma história que tenha me marcado pra sempre. Além do mais, na minha opinião, usar o sistema clássico de rpg de videogames (com menus que escolhem o que seus personagens vão fazer enquanto você olha), pra mim é um fator altamente broxante. Acho que tira parte da interatividade que é o que atrai no videogame. Se fosse pra escolher e esperar pra ver o que acontece, via episódios de você decide, sei lá.
Sei que tô extremando, mas é só pra mostrar um ponto.
O fato é.. Quantos outros jogos assim será que existem? Será que isso é um fenômeno local? Ou seja, será que eu acho que é assim, porque no grupo de pessoas que eu conheço esse comportamento é evidente, e talvez tenha sido influenciado pelo próprio grupo?
Não sei. Divago…
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