Winter-een-mas

E mais uma vez é chegada a época do Winter-een-mas :) Um feriado de mentirinha criado pelo cara do Ctrl-Alt-Del.com

A idéia do “feriado” é simples (e a época faz mais sentido no hemisfério norte), fim de janeiro é a época de mais frio, onde geralmente acaba acontecendo de nevar e ficar preso em casa, por isso, é uma ótima época pra ficar em casa e celebrar os videogames, jogando sozinho ou com os amigos. Começa dia 25 e termina dia 31 de janeiro.

Pois bem, ontem comecei meu winter-een-mas com dois jogos, que vi no Rock Paper Shotgun:

Platformdungseffekt

Esse jogo, feito por uns alunos do digipen, tem uma idéia bem maneira. O jogo é um side scroller onde você pode segurar a tela, fazendo com que temporariamente a tela seja “warped”, como em pacman, entrando por um lado você sai por outro, entrando por cima sai por baixo.

O jogo é bem pequeno, afinal, é só um projeto de fim de curso. Mas é divertido e a mecânica poderia ser tranquilamente expandida para um jogo maior, com mais desafios.

http://www.rockpapershotgun.com/2012/01/25/platformdungseffekt-the-fourth-wall/

Cart Life

Cart Life parece que já tem algum tempo que foi lançado, mas foi parar no RPS só agora no início de janeiro. A princípio, é um Sim. Você controla um personagem através de tarefas diárias pra sobreviver. O twist do jogo é que os personagens são duros, e sobrevivem na vida de vendedores de rua, um dos personagens tem um stand de jornais, por exemplo. E tem que sobreviver com a pouca grana que tem, querendo se estabilizar na vida. O jogo é bem duro, mas sem ser pesado demais. A mecânica conseguiu ser divertida e me prendeu durante um bom tempo, pretendo terminar a história do Andrus, já a da outra personagem, não sei.

http://www.rockpapershotgun.com/2012/01/19/wot-i-think-cart-life/

E por enquanto é isso ae, galera! Vamos jogar essa semana :)

1 Comment : Posted in: Nerdish : 01.26.12

Foursquare, aquele inútil

Um dos aplicativos que eu talvez mais tenha ouvido falar sobre inutilidade é o foursquare. Assim como o twitter, ainda é visto por muitos como algo completamente inútil, além de uma grande invasão de privacidade.

E era o que eu achava também, quando peguei o meu Galaxy 5, principalmente por que ainda tem muita gente que insiste em deixar todos os check-ins (nome dado ao ato de dizer que está em um determinado de lugar, pelo aplicativo) vazarem para o twitter ou facebook, poluindo a timeline dos amiguinhos.

Mas como o pessoal com quem eu ando usava e me disse pra testar, resolvi dar uma testada e o pior que podia acontecer era largar ele de lado.

Em primeiro lugar, privacidade. Assim como todas as ferramentas sociais, o foursquare tem níveis diferentes de privacidade. Por padrão, só quem pode ver onde você está são seus amigos. A exceção é que você pode, sim, pelo aplicativo ver quem está em um determinado local, se quando você fez check-in você deixou a opção de fazer esse check-in público ligada. Se Bob quiser encontrar Ana sem ser amigo dela, ele teria que ir olhando locais até encontrar o que ela fez check-in pela última vez.

Segundo lugar, a poluição do twitter e facebook. Isso é opcional. Quando você faz check-in num lugar, você pode marcar se quer compartilhar com twitter e facebook. Ou seja, seus amigos não precisam ver cada vez que você entrou num mcdonald’s se eles não quiserem (ou seja, se tiverem foursquare e você na lista de amigos).

Fazendo Check-In

Fazendo Check-In, note a possibilidade desabilitar qualquer share

Terceiro, e talvez mais importante: é útil, essa porra?

E a resposta é que ele pode ser. Você pode comentar nos lugares onde você vai, então pode por exemplo avisar que determinado lugar tem um mal atendimento, ou que um prato em especial é muito bom, que fica muito cheio em determinados horários, ou qualquer coisa do tipo. Então sim, pode ser útil. Não dá pra dar ratings pra um lugar, como dá por exemplo no trip advisor, mas isso não faz com que ele seja menos interessante.

Dicas de uma Venue

Dicas de uma Venue, pra bem e pra mal.

Existem as chamadas Mayorships, ou prefeituras, que servem para indicar quem é o usuário mais ativo daquele determinado local. Novamente, isso é opcional, se você não compartilha seus check-ins publicamente, você nunca será promovido a mayor e ninguém nunca saberá que você frequenta um determinado lugar. Mas do contrário, quando você vira mayor você não ganha nenhum super poder, exceto em lugares com “Specials”, que são raros aqui no Brasil. Basicamente, um dono de um estabelecimento pode marcar metas que destravam determinados brindes, como por exemplo uma sobremesa grátis pra quem for mayor do estabelecimento, ou um desconto de 5% para a primeira vez que fizer check-in num determinado local. (Aqui no Brasil um exemplo é o Spoleto, que o mayor ganha uma massa toda sexta)

Exemplo de Special

Exemplo de Special, no caso, do Spoleto do Botafogo Praia Shopping

E a parte inútil, que é a de disputar pontos com seus amigos. Toda vez que você faz check-in você ganha pontos, pontos extras pela primeira vez num estabelecimento, primeira vez num determinado tipo de estabelecimento, primeiro dos seus amigos, etc.

Exemplo de Check-in

Exemplo de Check-in

Existem badges também, que podem ser destravadas em determinados tipos de estabelecimento, como shoppings, restaurantes japoneses e pizzarias. Tudo pra ajudar no jogo interno entre os seus amigos.

Pra mim, o foursquare pareceu bem mais legal do que parecia. Fiquei meio viciado no negócio e sempre recomendo que as pessoas dêem uma olhada. Não culpe o aplicativo pelos maus usuários dele :)

 

1 Comment : Posted in: Gadgets,Nerdish : 12.19.11

Cyanogen 7: Primeiras impressões

O Galaxy 5 é um celular com um ótimo custo benefício, mas o Android 2.2 da Tim/Samsung que veio com ele, tem uns bugs e eles começaram a me irritar conforme o tempo foi passando. O primeiro era com relação ao Wifi, se eu ficava muito na borda de um wifi, perto da região onde ele cai, o driver de wifi travava e aí pra ele voltar a funcionar só reiniciando. Tentei até um código que supostamente reiniciava o driver, mas sem sucesso.

Depois, o fato de ter vários aplicativos que não davam pra remover, alguns dos quais eu nunca usei, tipo o Layar. E por último, como gota d’água, ontem meu market zicou e resolveu parar travar a toda vez que eu entrava. Provavelmente se resolveria comigo reiniciando ou coisa do tipo, mas resolvi que era aí que eu ia aproveitar o Cyanogen pra Galaxy 5 que vi no outro dia.

O Cyanogen 7 é uma rom de android custom, ou seja, não é feito por nenhum fabricante, que implementa o android 2.3.x, no caso do Galaxy 5, o Android 2.3.7. Como é uma rom custom, é esperado que ele talvez não seja tão trabalhado quanto uma versão oficial, mas geralmente eles tem uma vantagem de versão sobre a versão oficial.

O procedimento para colocar a versão pode ser visto aqui ou aqui, mas ele varia de celular pra celular, então só deve ser seguido se o celular for um Galaxy 5. O procedimento todo não leva mais de meia hora, mas o ideal é que seja feito um backup antes de começar, já que é preciso fazer um factory reset.

Obviamente, a primeira mudança é a falta dos aplicativos específicos, como os da Samsung e da TIM. Mas isso pra mim é sempre uma vantagem. Em segundo lugar, tive a impressão que alguns menus e algumas outras coisas ficaram, de fato, mais rápidas. O Foursquare, por exemplo, me pareceu conseguir resolver o GPS e obter a lista de locais mais rápido, mas pode ter sido impressão.

Em segundo lugar, o problema com o wifi parece ter sido resolvido.

Uma coisa que eu reparei é que ontem, logo depois da instalação, ele reiniciou, ao menos duas vezes. No entanto, me recordo de ter acontecido algo parecido depois de inicializar o celular na versão que veio com ele também. Ontem, no entanto, isso aconteceu no caminho pra casa, e ele parou de rastrear o exercício, pelo Noom/CardioTrainer e de tocar músicas. Hoje pela manhã, ele ficou mudo, enquanto eu andava, sem motivo aparente. O som de media foi a zero e até agora não sei exatamente o porque. Vou testar mais uma vez a volta pra casa e ver se o problema permanece pra reportar pro sujeito da thread.

Segundo é o gerenciador de contatos. O da rom stock é um da Samsung, modificado e embora pareça ter as mesmas funções no gerenciador de contatos do cyanogen, talvez você demore a se acostumar com as novas localizações delas.

As primeiras impressões do Cyanogen são boas. Me pareceu ter valido bastante a pena atualizar. Mas com o tempo eu vou colocando novas impressões, se for o caso.

1 Comment : Posted in: Gadgets,Nerdish : 10.25.11

Review: Galaxy 5 i5500B

Quando falei sobre a minha mudança pra um Smartphone e citei o preço, muita gente veio me pedir pra falar mais sobre o Galaxy 5. Eu já estava pensando em escrever sobre ele, mas resolvi adiantar esse review já que ele anda com um preço muito bom :)

O Galaxy 5 é um telefone de entrada da Samsung, possui Android 2.2 (o meu já veio com 2.2, mas já ouvi falar que alguns lotes mais antigos vinham com 2.1 e precisam ser atualizados pelo KIES, o software da Samsung). O 2.2 tem vantagens como poder passar alguns dos aplicativos para o MicroSD. Ele tem somente 170Mb de memória interna, então isso é bem importante. Mas é bom lembrar que nem todos os aplicativos podem ir pro cartão, e mais do que isso, que não vai o aplicativo inteiro, vira e mexe sobra 20~30% do tamanho do aplicativo ainda na memória interna.

Sua tela tem 2.8″ e resolução de 240 x 320. É um celular de tela pequena, sem teclado. Usar Swype é quase que obrigatório, ou o acesso às teclas fica complicado, Swype é um teclado diferente em que você digita sem tirar a mão da tela. A tela dele tem problemas de sensibilidade nas bordas, nada que faça você enlouquecer, mas tem sim certas horas em que bate aquela vontade de bater na tela :)

Sobre a velocidade, ele é um celular até fluido, mas é preciso lembrar que ele não é um celular muito poderoso. Eu uso muito a combinação do player com o CardioTrainer quando volto de bicicleta, e ao terminar o workout ele demora um tempinho pra voltar ao normal, já que o CardioTrainer parece ser um programa razoavelmente pesadinho.

Já peguei o celular reiniciando algumas vezes, mas nunca enquanto estava usando, sempre quando ele estava largado na mesa.

O som dele é bem claro, tanto quanto o mp3 que eu estava usando, ou o do computador.

Ah! Fator importante, talvez: ele não tem Flash. Procurei em alguns lugares, achei um Flash que supostamente funcionaria, mas sem sucesso. Não chega a me incomodar, porque eu sinceramente não uso muito o browser dele e o youtube tem um cliente separado que toca a maioria dos vídeos, mas se Flash é um dealbreaker pra você, talvez seja bom pensar em outro celular.

Ele está por volta de R$350 em lojas online, por boleto bancário. E por volta de R$400 sem boleto. O telefone vem desbloqueado, mas com alguns aplicativos da TIM. Dá pra tirar esses aplicativos rooteando (virando administrador) do celular. Mas isso é meio que um “jailbreak”, e acho que deve invalidar a garantia :)

Bom, que me lembre é isso, mais dúvidas, falem aí :)

0 Comments : Posted in: Gadgets,Nerdish : 08.31.11

A Transição para um Smartphone

Espertofones, como costuma chamar um amigo, estão virando lugar comum por aí. A grande vantagem sendo o fato de estar conectado a internet o tempo todo, e para poder aguentar isso, os smartphones estão aí com um poder de processamento bem razoável. Para se ter uma idéia, um smartphone low-line como o Samsung Galaxy 5 que eu adquiri tem um processador de 600MHz. Pentium III fabricados em 1999 tinham versões com esse clock.

Não entrando aí em guerras de qual é o melhor Sistema Operacional para celular, escolhi um Android por fugir do iTunes, por ser fácil de fazer desbloqueio, se tivesse vontade, e pela preferência pessoal mesmo. Mas demorei pra fazer o pulo pelos preços dos smartphones por aqui. Não tinha vontade de pegar um plano pós pago absurdo pra poder pagar um valor razoável num aparelho, então fiquei de butuca, só esperando.

Eis que esse mês recebi umas ofertas do Samsung Galaxy 5 (i5500), que tá regulando na faixa de R$350 e R$400. R$350 foi o que paguei num Nokia 3220 há uns 5 anos, então considerei um preço bem razoável por um celular com o triplo de coisas que o meu antigo 3220 fazia :)

Sobre o celular, pretendo fazer uma avaliação mais profunda sobre ele em algum momento, mas vale dizer que ele é ótimo para o seu preço, não é lento durante o uso normal, não tem nenhum grande problema e só é preciso prestar atenção pois devido a diferenças de hardware, alguns apps não funcionam nele (como o Firefox Mobile – o Fennec).

Mas a coisa que é mais divertida nessa coisa toda é a transição de um celular comum para um smartphone. Onde antes acessar o twitter ou facebook era algo extremamente ocasional e somente para situações esquisitas (tipo preso em grandes engarrafamentos), acaba virando um negócio razoavelmente normal, numa fila ou esperando o ônibus.

Já a gama de aplicativos diferentes é bem legal, entrei na brincadeira de brigar por pontos no foursquare com os amigos, estou usando um app pra me ajudar a perder peso, que inclusive pega o caminho que faço todo dia de casa para o trabalho de bicicleta e tenho alguns joguinhos pra passar o tempo quando só estou com o celular comigo. Fora que por ter player e fazer scrobbling com o last.fm, substituiu meu mp3 player.

A brincadeira está bem divertida, e vira e mexe acho alguma coisa diferente pra usar :)

Mais novidades nos próximos capítulos ;)

3 Comments : Posted in: Nerdish,Random Thoughts : 08.25.11

Kindle: Um review

Bom, meu Kindle chegou dia 17. A primeira impressão, quando você olha praquela tela dele, é mágica.

Pra quem não conhece, ou ainda não viu um na mão, a sensação é impressionante. Realmente não parece uma tela normal, a sensação é de papel de verdade. O choque inicial demora pra passar, mas fica a boa sensação, já que a tela dá pouquíssimo desgaste visual, o mesmo desgaste que teria ao ler de um papel normal.

Não há iluminação na tela, o que significa que ler no escuro não é possível. Existem capas para Kindle que vem com luzes acopladas que se alimentam da própria bateria do Kindle, mas a minha opção foi uma capa que não é usada durante a leitura, só para guardar. (Uma bolsa, basicamente)

Ao desligar, o Kindle retorna a uma imagem pré-definida, uma espécie de papel de parede. Os padrões, que são feitos pela Amazon, remontam a escritores e obras de arte famosas. Mas com a possibilidade do desbloqueio é possível trocar essas imagens por aquelas que forem da própria preferência (uma das utilidades é colocar seu nome no wallpaper, em caso de perda).

Don't Panic Kindle Screensaver

Essa foi uma tela que eu peguei na internet e alterei, por exemplo

Como ele permite colocar senha para ligar, com uma tela dessas, em caso de perda, você fica com seus dados protegidos minimamente e também com um jeito de te devolverem o Kindle, caso você realmente só perca :)

Meu Kindle é o 6″ com 3G + Wifi. É possível usar o 3G dele em qualquer momento sem custo adicional para navegar na web, no entanto, download de conteúdo para o Kindle (como pdfs convertidos ou alguma outra coisa enviada para ele) é cobrado, se feito pelo 3G. É possível, pelo site da Amazon, limitar o valor máximo que deseja ser cobrado por esses serviços, e caso esse valor seja superado, o documento é automaticamente enviado para um email que seu kindle recebe ao ser cadastrado, e a partir de lá pode ser baixado pelo Wi-fi (ou se o seu modelo não tiver Wi-fi, dá pra baixar o documento e colocá-lo pela USB).

A carga via tomada demora pouco tempo, não medi, mas leva entre duas e três horas para carga total. A descarga, com o Wireless desligado, demora bastante, mais de uma semana. Com ele ligado, menos de uma semana.

Minha primeira dúvida, ao comprar o 6″ foi quanto ao tamanho. Será que não seria melhor ter pego o DX, com sua tela de 9″?

No entanto, fiquei satisfeito com o tamanho, livros são facilmente legíveis na tela de 6″. No caso de PDF, assunto que entrarei em detalhes mais adiante, é preciso rotacionar a página e rolar em cada página, mas como meu uso primário do Kindle era realmente pra leitura, isso não me incomodou.

O único uso que vi que poderia ter uma tela maior foi no caso de Mangás. Existem conversores de mangás para Kindle. Testei o Mangle, e embora dê pra enxergar, as letras ficam meio miúdas.

O browser experimental é meio capado, e tem seus problemas. Por exemplo, não é possível abrir links que apontem para nova janela. O browser dá um erro e não segue o link. Existe um browser modificado, após o desbloqueio, que parece pular esse problema fazendo com que links em novas janelas sejam abertos na janela principal, mas ainda não o testei.

O desbloqueio é, até certo ponto, de pouca utilidade. E o teclado não é feito para uso contínuo, somente para buscas rápidas no dicionário, google ou wikipedia.

O fato do Kindle não aceitar o formato epub é meio limitante. A livraria cultura, por exemplo, vende eBooks de livros nacionais, no entanto, somente em formato epub. É possível fazer a conversão, com algum trabalho, mas não é possível colocar o livro diretamente no Kindle.

Sobre a conversão de PDF, ainda não achei uma solução definitiva. A amazon disponibiliza o email para fazer as conversões, no entanto, testando alguns pdfs, notei que a conversão não é das melhores. Algumas das alternativas tentam fazer um caminho tortuoso: transformam todas as páginas de um pdf em imagem, ajeitam as imagens (cortam bordas vazias, ajustam tamanho e qualidade) e empacotam o resultado num livro. A qualidade final é boa, porém, ao menos com a versão de 6″, voltamos ao problema do Mangá, sobre o tamanho. É possível dar zoom, mas fica incômodo.

Ainda há métodos que não testei (um deles, por exemplo, envolve usar o evince, que já tem OCR embutido, para copiar o texto para o OpenOffice e gerar o .mobi a partir daí).

A amazon store é ótima, porém, pra quem não está em território americano, não há livros sem custo, ainda. Os livros de domínio público custam US$2, que acredito que seja uma espécie de taxa por edição e entrega, e os livros do project gutenberg, ao menos os que já olhei, estão melhores formatados.

No geral, posso dizer que estou bem satisfeito com o Kindle, carregar infinitos livros na mochila é ótimo, e ele é ótimo para matar o tempo em filas e consultórios.

No post que fiz antes de receber o Kindle comentei sobre uma suposta solução para obter a localização do Kindle, no entanto, mesmo investigando, ainda não consegui obtê-la. Acredito que seja uma peculiaridade do segundo modelo.

Caso você use Google Reader, ou mesmo, leia blogs e artigos online, existem duas ótimas soluções: Readability e Instapaper. Ambos fazem basicamente a mesma coisa, com um bookmark simples você consegue fazer eles guardarem o texto pra depois, no caso do instapaper ele gera uma espécie de revista eletrônica pro Kindle, e o Readability na versão free envia os artigos individualmente (embora na versão paga tenha também a opção de revista).  Isso é muito bom já que o Browser do Kindle não é muito rápido nem completo.

E essa é a minha experiência até agora. Recomendo! :)

6 Comments : Posted in: Gadgets,Nerdish : 06.9.11

O Café nosso de cada dia

Comecei a apreciar mais café de uns anos pra cá. Até porque, sendo programador, você sofre com aquele problema de ser movido a café. E como tudo que me interessa, comecei a pesquisar e conhecer mais.

Resolvi então que queria fazer um café um pouco melhor pra mim. Afinal, nada melhor que tomar um café gostoso depois do almoço ou no meio da tarde :)

Primeiro, li o post do Gizmodo: How to Actually Make Coffee, e depois disso, li em mais alguns fóruns sobre como as espresso caseiras tinham alguns problemas e me convenci de que com o orçamento atual, espresso era um no-no.

Do Lifehacker, li o Brew the Best Possible Coffee Without Breaking the Bank, que me convenceu que a prensa francesa era um bom método de fazer um café bom e barato.

A Namorada me deu uma prensa de aniversário, e aí eu comecei uma boa experimentação, com os cafés do Starbucks, que apesar de protestos em alguns fóruns sobre o tempo que ele fica parado depois de ser torrado, é muito melhor do que o café comum (embora seja overpriced!)

Sobre moer na hora: dá uma diferença mesmo. Um amigo aqui do trabalho comprou um moedor (depois de provarem o café da prensa, o pessoal daqui aderiu e compramos uma prensa um pouco maior pra fazer café aqui à tarde). Mesmo sendo um moedor de lâminas (e não um “Burr”, que é o mais recomendado pelos aficcionados.) o café moído na hora tem um gostinho mais fresco mesmo.

A temperatura do café tem um ideal. Mas eu não cheguei ao extremo de medir com um termômetro nem nada assim. O que faço, geralmente, é ferver a água, usar metade dela pra esquentar a prensa (coisa que tirei de um vídeo de uma barista, ajuda a manter a temperatura da prensa durante os 4 minutos que demora pra tirar o café), e quando você coloca de fato a água pra tirar o café, ela já esfriou um pouco e está mais próximo da temperatura recomendada (92ºC ~ 96ºC).

Usando esses detalhes, dá pra fazer um café muito bom e gastando relativamente pouco, sobrando dinheiro pra você gastar nos grãos :)

E vocês, o que tem pra contar sobre o café?

1 Comment : Posted in: Cuisines,Nerdish : 04.19.11

Meu gadget a caminho: Kindle

Sempre gostei da idéia do Kindle, antes mesmo de ele se materializar e deixar de ser somente um conceito distante.

Li alguns livros no computador. Mesmo com o desconforto da tela, a vantagem de poder ter o livro quase que imediatamente após seu lançamento era ótimo.

Aí veio o Kindle, com seu eInk e a promessa de leituras com conforto total, sem a parte ruim da iluminação dos monitores. A primeira versão sofria de todos os problemas que sofrem os primeiros dispositivos de um tipo (aqueles problemas que os early adopters sempre acabam abraçando): Era caro (US$399 no lançamento por uma tela de 6″), com pouco espaço interno (200Mb contra os 4Gb atuais), mais feio e com o display pior do que é hoje em dia. Ainda assim, babei quando vi as notícias.

Fui ter contato real com um kindle muito depois, ano passado. Quando finalmente segurei um na minha mão e pude ver o impacto real da tela de eInk. Realmente, não parece uma tela. Realmente parece um papel, com uma cobertura que lembra a de uma moldura de foto.

Agora me apareceu uma oportunidade legal de pegar um. E como de costume, eu saí procurando todas as coisas legais que dá pra fazer com ele. E por isso,  resolvi fazer esse post antes mesmo do meu poder chegar e eu poder dizer pra vocês o que eu achei xD

Não são dicas novas, originais. Mas são coisas que fui coletando pela internet afora, e achei legal de juntar num lugar só (até mesmo pra eu poder ver depois). As dicas são, em geral, relativas ao Kindle 3.

Project Gutenberg – O projeto gutenberg é um projeto que guarda livros que caíram no domínio público. A maioria dos livros, pelo que vi, está em inglês. Mas acredito que tenham um ou outro em português, também. (mas, ao menos hoje em dia, se você tem um kindle, provavelmente já se acostumou a idéia de ler em inglês :P)?

Things a Kindle 3 Can Do – Isso não é nada de especial, é só uma lista de features.

Anti-Theft Idea: Algumas idéias pra prevenir furto…

About the logging (big brother): Um ótimo tópico pra acompanhar sobre as features mais bigbrother do kindle. Em especial, quero ver quando o meu chegar se consigo redirecionar a localização dele pra mim. Aí, além de anti-furto ainda consigo uma recuperação de roubo.

Comprehensive List of Kindle Hacks/Modifications: Todos os hacks que dá pra fazer depois do Jailbreak. Incluindo Screen Savers custom e até mesmo debian no kindle! :)

Bom, acho que esses são os links que eu reuni. Se achar mais algum, boto por aqui :)

 

 

1 Comment : Posted in: Nerdish : 04.18.11

Amarok 2.0 e o problema dos dispositivos externos

Já tinha comentado há um tempo atrás sobre o meu toc de não ouvir músicas repetidas.

Adoro ouvir música, não gosto de ouvir música repetida. Olhando o Last.fm de pessoas normais, você vê o playcount de determinadas músicas em 60, as vezes mais. Porque são músicas favoritas. No meu caso, minhas músicas favoritas tem o playcount em torno de 7.

Eu tava sem Mp3, então isso não vinha sendo um problema, afinal, no amarok 2.0 tem uma parada chamada dynamic playlist, que deixa você dar regras pra criar uma playlist e a minha regra era “playcount=0″, o que fazia com que músicas que já tivessem tocado não repetissem.

Hoje peguei emprestado o mp3 da namorada por uns tempos, daí fui tentar fazer o que fazia no amarok antigo, e não dava. E mais, com esse negócio de dynamic playlist, corria o risco do amarok sortear uma música que eu já tivesse ouvido no mp3.

Resolvi então fazer um script pro amarok, pra copiar as músicas pro mp3 e incrementar o playcount.

O negócio não tá perfeito, mas acabei de testar e serve super bem ao seu propósito :)

Taí pra quem quiser o negócio ;)

http://code.google.com/p/amarok-copy-musics-to-devices/source/browse/trunk/copyMusicsAmarok.py

1 Comment : Posted in: Developments,Music,Nerdish : 02.7.11

Playstation Move

Me amarro na idéia de controles de movimento desde que anunciaram o Wii. Naquela época, muita gente tava animada, e muita gente duvidava do sucesso do console da Nintendo. Hoje, 5 anos depois do protótipo mostrado na E3, todos os consoles da geração atual estão dando seu jeito de ter um controle de movimento pra abocanhar uma parte do mercado.

Sou nintendista, mas acho isso muito bom. Acho que controles de movimento são muito bons para certas classes de jogos.  E são divertidos e fáceis de aprender, o que facilita quem não joga nada jogar também.

Quando vi o Move, achei uma solução interessante. Quem não pesquisou, o move usa uma técnica contrária ao Wiimote. O Wiimote detecta o sensor (dois  leds infravermelho) acima da tv, e se orienta por aí. O move usa a Playstation Eye, a camera do PS3, pra localizar a bolinha colorida no topo do controle. Há vantagens e desvantagens dessa aproximação.

A vantagem principal é que o controle não precisa apontar pra tela, você  poderia,  em teoria, fazer movimentos mais livres. Com o Wiimote as vezes acontece do controle se perder um pouco, quando você sai sem querer da linha do sensor.

Ainda não usei o move, mas ainda assim, não me parece ser tão preciso quanto um Wiimote, pra uso em jogos tipo on-rails shooter e coisas com mira. Posso estar enganado, e nesse caso, seria de fato uma aproximação melhor, porque tiraria um dos defeitos do Wiimote sem introduzir outros. Do contrário, talvez o ideal fosse fazer algo combinado dentre os dois controles.

Gostaria de testar um pra ter mais do que falar.. Enquanto isso não acontece.. Alguém tem algo a acrescentar? :)

0 Comments : Posted in: Games,Nerdish : 09.17.10

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