É bom ver que aos poucos a situação anda se invertendo e tá dando pra ver que as pessoas aos poucos tão ficando menos ignorantes com relação a videogames. Agora que a geração que jogou videogames desde criança começa a chegar nas faculdades e, consequentemente, nos times de pesquisadores, temos dados reais sobre a relação, ou melhor, a falta de uma relação direta entre games e violência. Além do fim de outros mitos.
Pra mais, uma boa leitura: Eight Myths About Videogames Debunked (Em Inglês)
A B. levantou a bola e bom, como sou gamer viciado desde muleque, eu ia responder por lá, mas como acabou ficando grande, achei melhor vir por aqui mesmo.
- Há erotismo envolvido nos jogos?
Há sim. As vezes por marketing, as vezes pela história. Infelizmente é que nem na TV, desde que os jogos pularam pro 3D, que rola um certo apelo gratuito à sexo em alguns jogos. Embora em outros ele seja muito bem colocado.
Ainda assim, nos games ainda rola uma certa hipocrisia, que em parte é culpa dos EUA. Lá é muito normal ver cenas de gente perdendo membros, mas sexo é tabu. Então muitas vezes você vê cenas absurdamente fortes que envolvem violência em alguns jogos, e quando aparece uma cena mais sexual, o jogo recebe um rating alto e arrisca a não sair das prateleiras.
- Se há, quais os que mais atraem e porque?
Tomb Raider é um clássico quando se trata de falar de Erotismo, conforme os gráficos foram evoluindo, a Lara Croft foi ganhando mais corpo junto. E os jogos de Luta, em geral, apelam BASTANTE pro fator “free boobs”(peitos gratuitos), por causa do público alvo ser majoritariamente masculino, tem inclusive uma série chamada Rumble Roses, que é basicamente luta de mulheres quase sem roupa na lama. :P
O jogo acabou ficando sem propósito, porque é ruim (de jogabilidade), e por isso ficou óbvio como eles quiseram ganhar grana em cima de bundas virtuais.

Luta na lama é uma idéia legal, mas não com polígonos ao invés de meninas de verdade :P
- Quando há erotismo, isso chega a te envolver? Excitar?
Olha, muito raro. Como eu disse, na maioria das vezes é gratuito o negócio, sem muito porquê, e na maioria das vezes eu estou me importando mais com outras coisas.
- Já jogou algo exclusivamente erótico?
Sim, já. Quando era muleque, lá pros meus 12, 13 anos, a internet ainda era um bem escasso (discada e tal) e eu não tinha grana, então eu jogava um jogo chamado True Love, que é basicamente um conto sexual interativo. Você entra no papel de um aluno no último ano de colégio, querendo conhecer a mulher dos sonhos, e pra isso ele leva as meninas do colégio pra sair e tudo o mais.
- Quais seus momentos eróticos ou sensuais preferidos em jogos?
Não lembro de nenhum que eu tenha preferido. Mas me lembro que num jogo muito bom chamado Indigo Prophecy, tinha uma cena de sexo muito bem encaixada na história e não obscena, que foi tirada da versão americana. Mais uma vez a prova de como sangue e tripas não importam, mas um pouco de sexo sim.
Então, pra quem não viu, o Orkut lançou uma funcionalidade semelhante ao Facebook e outros, que é a de botar aplicativos no seu profile.
Os aplicativos são variados, e vão desde jogos até envio de SMS.
No entanto, o que me atraiu mais a atenção eu conheci antes do Orkut Apps e agora que tem o Apps eu posso mostrar pra quem quiser ver o meu status: o Typeracer.
Então, desafio a quem quiser de me passar, não que eu ache que não vá ter alguém melhor que eu, com certeza tem, mas é porque tem pouca gente da minha lista cadastrada e eu quero mais emoção xD
Então, se inscrevam lá e tentem me passar! Há! :)
Já adianto logo, não sou fanboy da Nintendo, só não sou lá muito chegado a sony. Explico: Ao contrário da maioria dos gamers hardcore que eu conheço, não sou chegado em RPGs, e por isso, não sofri da “Crise do PS1″ que vários amigos meus tiveram, porque o PS1 teve todos os RPGs enquanto o N64 sofreu com jogos muitas vezes infantis e que usavam menos o potencial do console do que poderiam.
Com isso, o PS1 foi um console que pra mim passou em branco, somente com o fim da vida útil do console é que comecei a ver alguns jogos que me interessavam, mas um emulador cuidou da parada.
Já na geração seguinte, os consoles foram, a princípio, completamente desinteressantes pra mim. O GameCube porque tinha poucos jogos que me interessavam, o PS2 porque já conhecendo melhor os tipos de jogos que eram atraídos pra plataforma da sony, provavelmente também teria poucos jogos que me interessassem, e o XBox porque eu só sabia de um jogo interessante(Fable).
Os poucos jogos foram saindo e dos três consoles eu tive vontade de ter dois, o gamecube e o ps2. Mas não era uma vontade enorme, afinal, tinham pouco mais de 10 títulos que me interessavam em cada console, e a grana era curta. No susto eu comprei um PS2. E daí começou a minha não-afinidade com a sony.
Entendam, sempre fui nintendista até o N64, quando infelizmente fiquei sem consoles. Mas o último console que eu tinha tido era um SNES, e antes disso, um Phantom, uma das muitas cópias do NES 8-bit.
Pois é, ao contrário do meu SNES(que caiu muitas vezes no chão e que da única vez que quebrou me custou menos de 50 reais pra consertar), o PS2 ao que tudo indicava era quase de porcelana. Os relatos de PS2 quebrados eram muitos e pelos menores motivos. Uma vez vi inclusive um vídeo de comparação de resistência entre um PS2, um Gamecube e um Xbox e obviamente o PS2 foi o primeiro a desistir.
O PS2, depois eu descobri, tinha uma biblioteca de jogos bem agradável, mas o fato de que o console era feito de porcelana me fez ficar meio chateado com a sony, afinal, pra mim a Nintendo sempre foi um ícone do cuidado com seus próprios consumidores. Aos poucos eu fui achando cada vez pior o cuidado da sony com os consumidores. Enquanto eu raramente ouvia falar de um Gamecube quebrando, com o PS2 era mais do que comum: era certo. O Xbox passou despercebido, mas depois eu fui saber que já contando com o fato de que o canhão não é algo muito resistente, o XBox tem a facilidade de poder trocar um drive de dvd por outro, user replaceable.
Ao passo de que pra mim a sony ficou, por causa do PS2 (E depois dos relatos que eu ouvi de problemas semelhantes já existentes no PS1) com uma imagem de produto de baixa qualidade. E quando saiu o PS3 eu torci o nariz. Tanto pelo preço, quanto pelos problemas que eu já imaginava que teria. E o Wii parecia sair muito a frente, com o tipo de jogo que me atraía.
Mas aí eu comprei o meu DS e a guerra dos consoles ficou esquecida pra mim um pouco. Fui saber hoje que a Sony foi, aos poucos, tirando o suporte a backwards compatibility do console. A primeira versão, de 60GB, era a “de luxo”, tinha várias paradas, Wi-Fi, leitor de cartão e o escambau. Ao mesmo tempo saiu o de 20Gb que não tinha suporte pra algumas coisas, era o “de baixo custo”. Mas ambos tinham um chip de PS2 dentro pra fazer a tal da compatibilidade completa e por hardware. Depois saiu o de 80Gb, que já não tinha mais o chip de PS2, somente uma emulação de PS2 por software. E agora há pouco tempo o de 40Gb, que acabou completamente com compatibilidade.
E aí? E aí que a sony não resolveu os problemas do PS2. PS3 continuam a dar problema por causa do canhão. E por causa da retirada das versões de 20GB/60GB do mercado, ela criou uma certa dor de cabeça pra quem tem os consoles e tem problema com eles, pois trocar na loja onde foi adquirido não é algo fácil.
O X360 é outro exemplo de problemas. Com o 3RL e tudo mais. E aí eu acabo parecendo fanboy da nintendo, que até fez um shipping de graça de capas de silicone quando começaram a estourar tvs por não usar o strap no wiimote. Isso sim é se importar. Seja porque eles se importam com a imagem da companhia, ou porque eles sabem que no fim das contas, são os gamers que dão dinheiro pra eles, e quando eles encherem da falta de suporte, é pra eles que a coisa aperta.
O Kid tava falando de jogos velhos essa semana, e por acaso, eu estava revivendo um jogo velho pra jogar, também. O bom e velho Doom. Sim, aquela carnificina desmedida que todo mundo já deve ter jogado :D

Fireball!
Mas jogar o originalzão é mais difícil hoje em dia, rodar DOS precisa de DOSBOX ou coisa semelhante no Linux e tal, então eu peguei o Doomsday, que também já tinha usado antes.

Hmmm. Baldinho de ácido :)
O Doomsday é o seguinte, há uns anos atrás a engine do Doom teve o código lançado. Aí o pessoal pegou e resolveu reescrever ela com as tecnologias que apareceram ao longo dos anos desde que Doom foi terminado. Daí aproveitaram e fizeram modelos 3D pro jogo, já que originalmente, era tudo em sprites(sim, isso mesmo. os sprites giravam pra dar a impressão de 3D). E mesmo com os gráficos sendo de alguns anos atrás, são bons o suficiente pra mim, já que lembram dos originais, mas melhores o suficiente.

Veja o detalhe na shotgun.
Dei um Emerge no meu Gentoo, botei o jogo pra rodar e me deliciei com o velho doom de roupa nova. É muito bom essa nostalgia :)
Então fica aí a dica, pra quem quiser. Doomsday tem pra Linux, Mac e Windows. Infelizmente, o desenvolvimento parece estar parado no momento. O que é triste, mas ainda assim, tem versões estáveis e funcionais que dão pra jogar bem :)
I don’t usually make reviews in here. Mostly because I’m not a very good writer, and when I try to review things, to me it looks a little artificial. However, this game has really captivated me. So here we go.
To those of you who don’t know, The World Ends With You (previously known as It’s a Wonderful World) is a game from Square-Enix, from the same team as Kingdom Hearts. Well, that has not made me want to play it at first. Why? I don’t really like Videogame Classic RPG’s, like Final Fantasy. To me, fighting in a game must be something made by me, not by an AI when I click on a button. And also, Kingdom Hearts don’t really made me want more, I played the first one until the end, but it didn’t made me want the second one. But when I knew it was an Action RPG, I decided to give it a chance. Mostly because it was a new kind.
Let me explain, in The World Ends With You, you play in both DS screens simultaneously. The upper is not a map or anything, but a fight, just like the bottom one. How this works? Well, the upper screen is controlled by directional or buttons (A,B,X,Y), while bottom one is controlled with the stylus. One character in each screen, the two characters sharing the same Health Bar. While the upper one use combos and mostly body attacks, the bottom one uses something we could call “magic”, each one being triggered by a different move with the stylus.
“Okay, so what? Square made an impossible game, playing in both screen at the same time? My eyes don’t go two fucking different directions!”. No, you are wrong. The upper screen, in fact, have an AI that can be turned on to control it. Then, you only get the bottom one, and while you get used to the system, you can make the AI get less control, until you are comfortable with manual control, or you can let the AI do it’s job and focus in the bottom screen.
When I played the first time this new fighting system, I finally found a RPG that captivated me. Well, Square-Enix just had to do a good history and we would be good to go.
And they did. Instead of medieval castles, magical powers, wizards, you are in modern-day Tokyo. It is crowded, you have a cell phone. The game artwork is really good, for that matter. It makes you really feel in a big city.
I really don’t know what else to say. The game is very good. It takes you through learning, without rushing, and the history is unveiled meanwhile.
Whether or not you are a RPG fan, this game is a must. You must at least check it out.
Sua produtividade no trabalho aumenta conforme o número de horas de sono diminui em virtude do videogame. Sim, consertar o videogame foi uma decisão acertada.
Infelizmente, acho que a equação não funciona pra faculdade, vou ter que dar um jeito hehe.
Então.. Eu tô pra escrever esse post já há algum tempo, mas sempre esqueço.. Se você, como eu, gosta de jogos e coisas do gênero, sabe que de vez em quando, quando você começa a conversar com uma nova pessoa e coisa e tal, as vezes seria extremamente útil ter uma lista de todos os seus jogos ao alcance, de fácil acesso.. E mais do que isso, listas em excel, ou coisa que o valha, sempre vem com os nomes que as pessoas _acham_ que o jogo tem — o que nem sempre é verdade.
Pois bem, o gamespot.com, no serviço gratuito, disponibiliza pra quem quiser fazer quatro listas: a lista de jogos que possui(collection), que quer jogar(wish list), que está jogando(now playing) e os jogos que quer saber mais informações(tracked list). E daí? bom, você se registra lá, daí você vai vendo as notícias, adicionando os jogos que quer jogar, os jogos que já tem, dá nota pros jogos que você gosta, e de quebra ainda pode passar o link do seu perfil dos amigos.
Uma mão na roda, na minha opinião.. Motivo pelo qual tenho o meu perfil lá já desde 2005 xD
Pra quem quiser ver como funciona, aqui está a minha coleção.
E se você fizer o seu profile, passa aí o link, que eu adiciono por lá ;)