Pois é, eu ando meio relapso com isso daqui, mas é que do pouco tempo que me sobra entre faculdade, estágio e academia, eu uso pra fazer outras coisas, evito ficar no pc. Tá. Mentira. É que eu tenho estado sem inspiração, mesmo.
Pois bem, no meu aniversário fui no Restaurante Mizu, recomendado por alguns amigos. O lugar é meio caro, mas o esquema é bem legal: rodízio de comida japonesa e mexicana.
O melhor é que as duas comidas são boas, normalmente lugares com mais de uma culinária acabam pecando em alguma, o que definitivamente não é o caso. O único ruim do lugar é que ele tem horários específicos, a cozinha abre as 18h e fecha 0h. Quem tá lá dentro, tem que sair.
Recomendado e gostei muito da comida mexicana, espero comer mais vezes :)
Bom, decidi então realmente começar meu projeto final.
Não vou entrar em detalhes, mas escolhi algo na área de Game Development, por usar conceitos que acho que são não só interessantes, como importantes pro resto da computação como um todo. Ainda não falei com nenhum professor sobre orientação. Vou dar os meus primeiros passos no projeto, e quando estiver com algo apresentável, vou falar com algum.
Resolvi em primeiro lugar, dedicar o restinho das férias pra que quando começar as aulas eu tenha um demo funcional do que eu quero fazer. Decidi também fazer algo incremental. Ou seja, primeiro vou fazer algo que funcione. Depois vou fazer algo que funcione e que eu possa controlar. Depois vou botar os gráficos. Depois as texturas. E por aí vai.
Comecei, na minha cabeça, a delinear o que vai ser e como será feito. Muito trabalho pela frente. Pensar em muita coisa: Gráficos, IA, Multiplayer. Enfim.
Vou realizar o sonho que tenho desde o início da faculdade e vou concluir a faculdade com aquilo que me fez querer entrar nela: um jogo desenvolvido por mim :)
Considero esse como sendo meu Projeto Pessoal, da qual falei no 101/1001. O que significa que tenho pouco mais de um ano pra fazer esse projeto final sair. Let the games begin :)
Bom, esse outro eu já poderia ter riscado da lista há algum tempo, mas achei que como meta, era melhor riscar quando terminasse o curso básico, que fiz na KKE (Kultura Kooperativo de Esperantistoj), que terminei essa quinta, com a prova.
O Esperanto, ao meu ver, não é uma língua inútil, como muita gente pensa. Tem estimativas que dizem que entre 1 e 2 milhões de pessoas falam esperanto ao redor do mundo. São poucas? Bom, vendo que já devemos ter passado a estimativa de 6 bilhões de habitantes no planeta, sim. Mas eu acho que não é pouco, se você for pensar no número de pessoas com quem você se comunica ao longo da sua vida.
Além disso, como língua, o esperanto é um aprendizado interessante. Ao contrário das línguas normais, por ser uma língua planejada, o esperanto funciona muito mais normal, muito mais dentro do esperado.
Há quem critique dizendo que a língua não tem cultura, que isso e que aquilo. Porra. Sei que sou de exatas, e que de repente pra outras áreas isso é muito mais importante. Mas cacetópolis, num mundo onde várias pessoas são analfabetas funcionais, acho que é muito mais importante tentar pensar em alternativas do que ficar se preocupando com a cultura – ou ausência de – de uma língua.
Não sou utópico, sei que isso não vai acontecer, mas acho que o esperanto é, sim, uma língua viável como segunda língua. ??bvio que muita gente fala que o inglês hoje em dia já assume o papel de língua internacional, de certo modo eu até concordo, mas acho que é falho o ensino, principalmente no Brasil, do inglês como segunda língua. Tenho amigos que estudaram comigo que não sabem inglês, mas passaram com notas razoáveis durante todo o colégio.
Se você consegue abrir a mente e já chegou até aqui, dê uma olhada, procure saber um pouco sobre o esperanto, de repente surge o interesse. Em todo o brasil há associações e cooperativas que ensinam esperanto, muitas vezes de graça, e se tem tempo sobrando, acho que aprendizado nunca é demais.
Por fim, acho bom esclarecer que, embora muitos espiritistas ajudem a divulgar o esperanto, ele não é uma língua “de espíritas”, como é muito comum ver gente pensando.
Peço que você pense no assunto. Espero ter plantado uma sementinha aí na sua cabeça :)
??is Revido!
Finalmente, essa que era uma das metas mais adiadas de todas da lista, foi terminada.
Terminei ontem de manhã de pintar o quarto. Não ficou 100%, afinal, fui eu mesmo que pintei, e quem já veio aqui sabe que o quarto tava com algumas imperfeições bizarras: por causa de uma super chuva que quebrou umas telhas aqui em cima, tinha umas bolhas no teto, que precisavam de um cuidado a mais, além disso, algumas partes da parede estavam meio imperfeitas, por n motivos (sendo que um deles era o fato de eu ser descuidado_MOR e acabar sempre batendo com as coisas na parede.)
Depois de muito trabalho, com ajuda do Trevinhas, a parede agora está Branco Neve, o que foi uma mudança e tanto, dado que antes o meu quarto era preto. Nada de ritual de magia negra, é só que gosto de preto.
Bom, algumas das ditas imperfeições continuaram, talvez quando sobrar grana e tempo eu refaça algumas partes, mas no momento, tô super contente com o resultado, que ficou bem melhor do que tava :)
Agora começa uma super faxina, pra deixar o quarto nos trinques :)
Pois é, fui na exposição do Corpo Humano: Real e Fascinante. Tava louco pra ver. Sempre gostei da idéia de ver como a gente realmente funciona por dentro. Não fiz medicina porque não era minha praia, meu negócio é mais hobbie. Eu queria fazer biologia.
Sabe, minha curiosidade de saber como as coisas funcionam nunca se restringiu as coisas eletrônicas, só. As coisas biológicas podem ser tão — ou até mais — interessantes, dado que a evolução aconteceu por conta própria e é bem legal descobrir como foi que a gente chegou aonde está hoje :)
Enfim, quem gosta, ou tem curiosidade também, a exposição é uma boa pedida. ?? legal, cobre bem todos os orgãos e não tem muito o fator “Creepy” não. Recomendo em especial a sala das veias :)
Ow man, ainda faltam 72 coisas <o>
Essa semana, finalmente, cumpri essa. :)
Nossos horários de almoço bateram e a gente almoçou junto sem motivo especial, feliz :)
Pois é.. Botando a lista de 101 coisas em dia.. Eu comprei uma TV. Uma linda TV de 29″ :}
Essa aqui:

Ela não é linda? :)
Pois é, tela plana, tudo que tem direito. ?? maravilhosa ;)
E o melhor, tem NTSC e entrada de Vídeo Componente, então, meu ps2 agora tem uma imagem linda uehuehuehue
Bom, mais uma, com essa são 27 metas completas.. E ainda falta coisa bagarái :o
Mais uma :)
Essa se bobear já tinha até completado antes, mas agora é oficial, porque essas três bandas eu ouvi há pouco tempo.
Ayreon me mostraram, ouvi um cd e me amarrei. A banda na verdade tem um ou dois integrantes só e os outros são integrantes de outras bandas conhecidas que fazem participações nos CDs. é mais um projeto do que uma banda. Cada CD conta uma história diferente. Muito legal :)
Cassandra Wilson a Magá que me indicou quando pedi Jazz pra ela, mas não sei se foi o cd que eu peguei pra ouvir, mas não curti muuuito não. Vou ouvir outro depois.
Já Herbie Hancock trevinhas que me indicou quando pedi alguma banda parecida com a do irmão dele (Fanfarra Paradiso, indico, muito boa :) e embora ainda não tenha terminado de ouvir o cd todo, achei legais as que eu ouvi (embora a Nat não tenha achado hehehe)
Enfim, taí mais uma :)
Pois é, comprei finalmente. Ainda não tinha postado porque resolvi aproveitar e avaliar ele também. O post de avaliação tá vindo aí, mas essa é mais uma meta cumprida! Way to go! :)
Então.. Demorou, mas saiu.
Pois é, nunca tinha visto o filme, ou lido o livro, embora ouvisse muito bem falar sobre a história. Há algum tempo atrás vi o filme. E logo depois comprei o livro num sebo, pra ler também.
Pois bem, gostei dos dois, mas o filme é melhor que o livro, em muitos aspectos. O livro, escrito pelo Umberto Eco, é, segundo o autor, sobre um manuscrito que ele encontrou em uma viagem e se perdeu. O manuscrito, que ele nunca conseguiu descobrir se era de verdade, depois de algumas pesquisas, ele seguiu fielmente, embora tenha achado melhor deixar num tom de romance, já que as fontes não eram confiáveis.
Mas imagine a narração de um Monge de 1300. Não que seja horrivelmente chata, mas eu tenho um ponto de vista diametralmente oposto ao dele. :D
Fora que mesmo sendo basicamente a mesma história, livro e filme, o filme corta algumas partes que são desinteressantes para a grande maioria (leia-se os não historiadores). Como por exemplo, qual era a situação da igreja naquela época, detalhes sobre “hereges” e outras coisas mais.
No mais, uma boa história. Gostei :)
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