Tô fazendo uma matéria esse período na faculdade que tem dois professores. O segundo é um colega do professor principal que está auxiliando na matéria.
O primeiro, tem conhecimento amplo sobre o assunto, prático e teórico. O segundo, está na área ao que parece há algum tempo, mas não na parte em que a matéria é focada. É tipo maçãs e laranjas.
E como a matéria tem muito de discussão e é um negócio meio aberto e tudo mais, você nota, claramente, que o cara viaja N vezes, porque não tem conhece bem a área e as pessoas estão falando sobre várias coisas que são “internas”.
E aí o cara tenta puxar pra um lado mais mercadológico, uma parada mais engenharia de software, um negócio totalmente distante da matéria original. Fica uma parada forçada, sem sentido, e o sentimento que permeia na sala é a vergonha alheia.
Então, fica a dica: Se você não sabe sobre um assunto, procure se informar melhor antes de pensar em dar uma matéria junto com alguém, pra não ficar aquela impressão de que você tá na aba só por interesses pessoais.
Me amarro na idéia de controles de movimento desde que anunciaram o Wii. Naquela época, muita gente tava animada, e muita gente duvidava do sucesso do console da Nintendo. Hoje, 5 anos depois do protótipo mostrado na E3, todos os consoles da geração atual estão dando seu jeito de ter um controle de movimento pra abocanhar uma parte do mercado.
Sou nintendista, mas acho isso muito bom. Acho que controles de movimento são muito bons para certas classes de jogos. E são divertidos e fáceis de aprender, o que facilita quem não joga nada jogar também.
Quando vi o Move, achei uma solução interessante. Quem não pesquisou, o move usa uma técnica contrária ao Wiimote. O Wiimote detecta o sensor (dois leds infravermelho) acima da tv, e se orienta por aí. O move usa a Playstation Eye, a camera do PS3, pra localizar a bolinha colorida no topo do controle. Há vantagens e desvantagens dessa aproximação.
A vantagem principal é que o controle não precisa apontar pra tela, você poderia, em teoria, fazer movimentos mais livres. Com o Wiimote as vezes acontece do controle se perder um pouco, quando você sai sem querer da linha do sensor.
Ainda não usei o move, mas ainda assim, não me parece ser tão preciso quanto um Wiimote, pra uso em jogos tipo on-rails shooter e coisas com mira. Posso estar enganado, e nesse caso, seria de fato uma aproximação melhor, porque tiraria um dos defeitos do Wiimote sem introduzir outros. Do contrário, talvez o ideal fosse fazer algo combinado dentre os dois controles.
Gostaria de testar um pra ter mais do que falar.. Enquanto isso não acontece.. Alguém tem algo a acrescentar? :)
Termino a faculdade no fim do ano. Atrasado, verdade, deveria tê-la terminado no fim do ano passado, mas se você não é de ciência da computação na UFRJ, ficaria surpreso em ver como isso é comum. E como, se bobear, eu talvez esteja abaixo da média de atraso.
Pois bem, esse período, para conseguir realizar o feito, faltavam pegar duas matérias obrigatórias e três eletivas. Duas obrigatórias do que seria considerado “ciclo básico”, matérias de quarto período, que não prendiam nada e foram sendo chutadas pra depois. E três eletivas, porque eu comecei a fazer eletivas tarde, já que queria ver se achava eletivas divertidas e interessantes.
E nessa de tentar fazer milagre pra conseguir encaixar tudo no meu horário, fiquei com um conjunto de matérias de arrancar os cabelos. Acontece que as matérias de quarto período que comentei ali em cima são cálculo IV e física III. Uma de 4 horas semanais, a outra de 6 horas semanais.
Matérias de 6 horas semanais são ótimas para matar qualquer oportunidade de escolher um horário razoável. E foi isso que física fez, matou várias algumas oportunidades de eletivas durante a semana. E com isso, fiquei entre eletivas que eu considero bastante interessantes, mas que provavelmente não pegaria no último período de faculdade, se me fosse dada oportunidade.
Pois bem, com isso, fico eu com um horário um tanto quanto puxado, com matérias um tanto quanto puxadas, e com aquela antecipação de “acaba logo, período”. E isso sem contar o projeto final, que já andou alguma coisa. E sem contar o POSCOMP, tudo na intenção de já emendar o mestrado depois da graduação.
O mais irônico, na verdade, é a quantidade de oportunidades legais que apareceram pra mim nesses últimos tempos, só porque eu tô enrolado demais pra pensar em pegar qualquer uma delas. Pode isso?
E aí vocês devem estar pensando.. Mas oras, estamos no início de setembro, o período mal começou. Você já quer que termine? E é nessas horas que eu digo que desde o primeiro dia do período a sensação é essa mesmo :P