Narguilé

Narguilé, Arguile, Hookah. O negócio tem alguns nomes diferentes, provavelmente baseado no fato de que é um treco ter alguns séculos de existência e ter presença em diferentes culturas.

Eu sempre fui avesso a cigarros. Acho o cheiro horrível. Fumantes que me perdoem, mas aquele cheiro de fumaça é tão ruim, e gruda também, blergh.
Daí quando fui pra foz eu descobri o Narguilé. Já tinha curiosidade de ver como era, porque já tinham me falado do treco e tal. Comprei, no pior caso virava enfeite.

Experimentei e gostei, é bom, pra distrair e tudo mais. No início eu fumava mais, agora só às vezes. A mim, pelo menos, o treco não viciou. Talvez porque eu seja um preguiçoso de carteirinha, e pra montar e desmontar o negócio dá um trabalhozinho, porque tem que encher o Fornilho com o Shisha, montar tudo. Depois, desmontar e lavar as peças, pra não ficar com o cheiro do aroma impregnado. E como eu disse, sou preguiçoso, de modo que hoje em dia fumo menos de uma vez por mês.

Pra quem não conhece, não se engane. Os aromas são fumo, e portanto, levam tabaco. Fazem tanto ou mais mal quanto cigarro comum. A única diferença é que não tem aquele cheiro ruim de cigarro.

A bem da verdade, os estudos existentes sobre o assunto são meio criticados por alguns pesquisadores, mas na incerteza, a gente considera o pior caso: o treco faz tanto mal quanto pode fazer.

Ainda tô pra experimentar uns outros aromas, mas ando fumando tão pouco que ainda nem comprei pra experimentar.

Quando fiz o primeiro draft desse post eu lembro que eu tinha uma idéia legal pra escrever, mas deu no que deu. Enfim.

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