Uma iniciativa nova da Google é o Project 10^100.
O projeto é uma iniciativa tentando fazer com que boas idéias, que poderiam ajudar muita gente, cheguem as vias de fato.
Ou seja. Digamos que você tenha uma idéia pra melhorar a qualidade de vida de pessoas em dificuldade, usando coisas básicas, mas que você não tem como levar essa idéia a frente por falta de fundos, eles tão se comprometendo a fundear as melhores idéias, ou seja, aquelas que ajudariam mais gente.
Uma boa iniciativa, ao meu ver. Taí o link, pra espalhar a ação :)
http://www.project10tothe100.com/
Comecei a me interessar por música tarde. Mas nunca me interessei de verdade. Sempre quis aprender a tocar um instrumento, mas não tive a oportunidade.
Lá pra 7ª, 8ª série eu comecei a ouvir outras coisas que não a rádio. Achei na rua um CD do Nirvana, o Unplugged MTV, comecei a ouvir Legião Urbana e tal.
Depois, entre a 8ª série e o 1º ano eu comecei a ouvir coisas que eu só tinha ouvido falar. Iron Maiden, Kiss, Metallica. Foi quando eu tive a minha época de Metaleiro Revoltado, só andava de preto, com correntes e tudo o mais. Divertido :)
Daí conforme o tempo foi passando meu gosto foi estabilizando. Fui ouvindo coisas diferentes, abrindo um pouco os horizontes, e no fim fui descobrindo meu gosto por música, refinando ele por assim dizer. Afinal, você só descobre o seu gosto por música quando você começa a descobrir as músicas que você definitivamente não gosta.
Comecei com esse post introdução porque embora esse aqui não seja um blog especificamente sobre música, ando ouvindo cada vez mais músicas que eu não conhecia, ando ouvindo coleções inteiras de artistas, fugindo de seus hits, pra ver se o que eu gosto são de seu estilo, ou de seus hits.
Uma banda que eu descobri que eu só gosto dos hits, por exemplo, é Ramones. Na verdade, eu descobri que acho punk rock muito chatinho. Tirando aquelas músicas mais pop’s (Blitzkrieg Bop, I Wanna Be Sedated, etc) e algumas que não são dos caras mas apareceram em algum cd deles (tipo Have You Ever Seen The Rain), eu não curto o som dos caras. Acho meio “tudo igual”, os fãs que me perdoem. Aquela batida Punk padrão é meio chatinha. Sei lá.
Bom, ainda tenho muito assunto. Música deve voltar a ser assunto por aqui ;)
Esses dias o Papa tava dando um discurso condenando a materialidade dos tempos, até aí tudo bem, tudo muito bonito, exceto o fato de que o desgraçado me usa uma roupa feita de ouro e prata. Porra. Tudo bem que as notícias do Terra tem sempre um quê de planeta bizarro, mas não é a primeira vez que o cara é hipócrita. É até comum ver ele dando discursos sobre a fome no mundo enquanto se apóia naquele cajado de ouro em seus sapatos prada.
Hoje vi um link no blog da B. de um movimento qualquer doido cristão pra tentar arrastar mais jovens pra esse nonsense. O objetivo do movimento é tentar fazer com que os jovens acreditem que sexo não é uma coisa em que se precise “ficar na moda”, e é melhor ficar puro do que ceder as tentações. Ou foi isso que eu entendi, pelo menos. Porque a coisa é complexa. Mixed signals, pra mim. O negócio parece muito bizarro. O site tem um flickr com o que parecem ser campanhas em forma de fotos. E quase nenhuma delas faz sentido algum.
Depois não sabem porque eu não gosto da igreja católica e do cristianismo em geral.
Vou falar dele também. Se você procurar, provavelmente vai achar N! lugares com uma avaliação melhor, mais detalhada e o cacete, mas como tô com vontade, vou dar o meu pitaco.
Pra quem não sabe, o Chrome é o mais novo browser no mercado, feito pela Google, e lançado ontem pra Windows.
Pra início de conversa, não acho que a Google queira “dominar o mercado de browsers” ou derrubar o Firefox. O que a Google quer é puxar o peixe pro lado dela. Se mais browsers implementarem melhor as coisas da internet como são hoje, javascript, padrões da w3c e tudo o mais, menor o trabalho pra ela, e mais lucro pra ela também. Porque mais gente acessa melhor os serviços dela.
Tanto que o maior marketing do Chrome é a nova engine de Javascript, o V8, e o fato de que o Chrome é open source. Ora, se eu implemento algo supostamente melhor e boto open source no meio de um mercado em que um browser open source está em ascendência, obviamente a intenção é incorporar essas features nesse browser, na minha opinião.
Mas que assim seja, porque das features do Chrome, algumas são muito interessantes, vamos à elas:
- Cada tab é um processo:
Bom, talvez isso seja grego pra você. Mas o negócio é, do ponto de vista de usuário, isso significa que caso uma das suas abas trave, você continua usando o resto das abas, sem precisar matar todo o browser. Bom? Muito. Isso sem contar que caso haja vazamento de memória (como sempre tem, em todo browser), então ao fechar uma aba, você libera TODA a memória que tava alocada pra ela, e não só a parte que não estava vazando, como acontece no firefox. Bom? Muito.
- Busca “que nem o diff”
Bom, novamente, isso talvez seja grego pra você. O Diff, uma ferramenta muito usada por programadores, tem uma feature que é a seguinte: quando ele destaca algo no texto, ele também destaca na barra de rolagem, pra que você possa ver facilmente onde está a próxima coisa destacada. Óbvio que você pode só clicar no “próximo”, mas assim você tem um feedback visual de onde estão as palavras que você buscou na página. Muito, muito legal.
Essas foram as duas principais features que eu vi. O negócio da página principal parece interessante, mas eu teria que usar mais tempo pra ter certeza. E a engine de javascript não me fez notar muita diferença não, mas de novo, acho que é uma questão de testar por mais tempo.
Será que outros browsers vão absorver essas features? Só o tempo dirá. Mas eu espero que sim :)
Ah, o link pro quadrinho explicando o Chrome em mais detalhes:
http://www.google.com/googlebooks/chrome/
PS: Pra postar no Wordpress o negócio tá um pouco mais lite que no Firefox. Não sei se é só aqui :)