Ah, os estudantes.

    Em primeiro lugar, eu sou alienado politicamente, por opção. Não costumo, e no momento o certo seria “não costumava”, me envolver com nada que dissesse respeito a política. O motivo é muito simples, sou um ser de exatas e as ciências humanas, inclusive a política, me parecem muito erradas pra mim, inexatas, diria. ;)

Mas ultimamente eu me vejo muito mais politizado do que gostaria, com duas coisas simultâneas acontecendo, a primeira é eleição para delegação(será que essa é a expressão certa?) dos delegados do CONUNE na faculdade. A outra, que eu não estava antenado, mas tenho conhecimento de que esta(va?) acontecendo, é a greve na USP.

O lance do CONUNE sucitou um debate ferrenho sobre N coisas lá na sala, e eu até me senti tentado a fazer um post sobre isso, mas como eu disse, eu sou alienado por opção e resolvi não fazê-lo.

Mas esse lance da USP, tava lendo o post do Hal e depois os posts que ele indicou do Cardoso (Aqui e Aqui) e depois o link que ele apontava, pro Chá de Hortelã (Aqui). Não tô antenado nisso, como eu disse. Só sei umas poucas coisas que li aqui e ali, que acabei sabendo, inclsuive por causa do primeiro post do hal (Aqui).

Apesar de tudo, me parece muito justo pelo que eles estão lutando, se é que estão mesmo lutando contra essa abertura pro mercado, assim como a menina do chá de hortelã, concordo que não deve rolar uma “abertura da faculdade pro mercado”. E quanto a história de fazerem piquete pra não ter aulas, cara, se rolou uma assembléia (aberta, importante dizer!) do diretório dos estudantes, e isso foi votado e passou, bom, eu acho que é sim, em nome dos estudantes. “Ah, mas tem gente que não foi!”, a responsabilidade deles era ter ido e mostrado a sua vontade de ter aulas, e não depois querer contrariar a decisão tomada.

Política é uma coisa complicada, mas sinceramente, acho que protestar é mais do que válido..

One thought on “Ah, os estudantes.”

  1. Pingback: Sec.un.dum
  2. Ahm, eu já expliquei esse lance de votação pro Tejo, e é realmente um negócio complicado.
    Mas política estudantil é um campo que já nasceu decomposto.

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