Você já se fez essa pergunta?
Eu já citei num dos últimos posts o quanto eu gosto de aprender, tento sempre aprender coisas que eu julgue que vão ser úteis ao menos a médio prazo, ou dedicar tempo a coisas que vão facilitar a minha vida de algum jeito. Também tento dedicar uma parcela do meu tempo para me atualizar em tecnologias, já que é uma coisa que eu uso muito no dia-a-dia.
Esse período eu me dediquei a aprender Perl. Usei Perl em todos os trabalhos de uma eletiva que eu fiz, assim dava pra eu quebrar a cabeça com coisas que não são comuns ao tipo de linguagem que estou acostumado (como hashs) e era fácil fazr as coisas que precisava para os trabalhos.
Período passado tinha me dedicado a achar soluções para problemas do LCI. Incluindo aí a solução de desligamento (Que eu fiz em C# para Windows, e Perl para Linux), o novo método de passar as imagens (Usando rsync e vários scripts).
Quem me conhece deve saber que eu já me dediquei a aprender Esperanto, porque eu achava que era uma língua interessante, embora no fim das contas tenha descoberto o que acredito que seja um dos motivos para o esperanto nunca ter saído do papel.
E você? Gosta de aprender? Para que você dedica o seu tempo livre?
Ultimamente, sempre que eu preciso fazer uma nova instalação de Linux, eu tento fazer com uma Distribuição que eu ainda não tenha usado. A idéia é que eu possa interagir com várias distribuições diferentes, conhecer os vários gerenciadores de pacotes, e quem sabe, achar uma que seja melhor, para mim, do que a que eu uso atualmente, o Gentoo.
Por isso instalei Sabayon no meu computador do trabalho. Era uma distro que eu queria testar já há algum tempo, porque ela é derivada do Gentoo, só que a idéia é que ela seja uma distro menos para curiosos, e mais para usuários. Assim, ela possui um gerenciador de pacotes próprio, o Entropy, que usa pacotes pré-compilados, assim como yum, apt-get, rpm, etc. E também ela é empacotada e finalizada com o intuito de ser usada direto do livecd.
Instalei ela porque por mais que eu goste do Gentoo, para fazer a instalação pode demorar um pouco, se você quiser fazer uma instalação completa de KDE, devido ao tempo que demora para compilar todo o ambiente. E eu queria botar tudo funcionando o mais rápido possível. Pois bem.
Entropy
O entropy parece ser um gerenciador de pacotes muito bom. É, até certo ponto, no mesmo estilo do Portage, e tem uma interface gráfica e um notificador que fica na tray para avisar quando tem atualizações. Porém, a parte gráfica dele ainda sofre de um uso absurdo de CPU. Demora um tempinho para abrir, nada absurdo, mas um tempinho que dá pra notar.
A parte boa é que ele é integrado ao Portage, então você pode, se achar necessário, misturar pacotes dos dois, desde que saiba o que está fazendo. A recomendação é não misturar muito, e usar um como principal, e o outro só pra alguns pacotes complementares.
O Acabamento
Isso eu achei bem legal, o Gentoo não é feito para ter acabamentos, pois a idéia é que você deixe tudo no seu estilo. Mas como o sabayon é meio que direcionado para media-centers e jogos, ele é bem polido, já usa Grub2 com uma imagem de fundo bem legal, o Splash dele é bem acabado também, e assim que você termina de instalar ele, você já tem no Desktop um link pro XBMC que é um media center e para um demo de World Of Goo rodando via Wine.
Há duas opções de livecd, um baseado em KDE4 e o outro em GNOME. Ambos tem a opção de instalar um sistema com Fluxbox pro caso de uma instalação minimalista.
Primeiras Impressões
As primeiras impressões foram muito boas. A única reclamação que eu tenho é que não tem mirrors mais próximos do Brasil, então os downloads muitas vezes demoram um tantinho, mas fora isso, tudo funciona como o esperado.
Recomendo pra quem tá querendo testar alguma coisa fora de Ubuntu, até gostaria de ver uma avaliação de alguém que esteja migrando do Ubuntu para ele para ver o que acha.
Então, fica aí minha recomendação: Sabayon Linux, eu aprovo ;)
Há uns dias atrás eu descobri o Paludis. O Paludis é, segundo a definição do próprio site, “the Other Package Mangler”, ou em tradução livre, o Outro destruidor de pacotes. A idéia do Paludis é substituir o Portage, o gerenciador de pacotes padrão do Gentoo. A reclamação era de que o Portage, além de ter uma resolução de dependências lenta, também era muito, digamos, conivente com certos problemas e estranhezas introduzidas ao longo do tempo.
Com isso, fizeram o Paludis, apenas se baseando no Portage, mas sem seguir estritamente as mesmas regras e idéias. Feito em C++, é supostamente mais robusto e mais fácil de manter, além de ser mais duro na hora da resolução de dependências, e com isso, evitaria certos vícios que o Portage introduziu.
Nunca tive nada a reclamar do Portage, muito pelo contrário, mas sempre que dá eu dou uma investigada em coisas novas, para não acostumar. Acredito que no mundo de hoje, especialmente no meu ramo, não dá pra ficar parado muito tempo sem aprender coisas novas :)
Pois bem, resolvi então testar o Paludis. Com um certo medinho, afinal, mudar o gerenciador de pacotes da distribuição que você usa no dia-a-dia é uma parada meio bizarra e quase certa de dar erro. Fui então testando ele no pior caso de uma vez. Estava sem atualizar o meu computador há quase um mês, e de lá pra cá, nova versão do KDE saiu, isso quer dizer, mais de 100 pacotes novos, atualizando todos os pacotes do KDE.
Pois bem, segui as orientações, instalei, fiz todos os passos para ativar o cache e tudo o mais. E tentei ver se conseguia me habilitar a ele durante alguns dias. Meu saldo final é o seguinte:
Resolução de dependências
É uma bandeira bem levantada que o Paludis resolve dependências mais rápido. Na prática? Não vi diferença. Talvez em outros casos (por exemplo, menos pacotes desatualizados na árvore), ele faça diferença. Mas no meu caso, quase nenhuma.
Resolução de Bloqueios
Comecei a usar o Gentoo em 2007. Nessa época, alguns bloqueios mais triviais, do tipo, uma versão de um software estar bloqueando a versão mais nova dele, algumas vezes aconteciam e tinham de ser resolvidos manualmente. É um passado das trevas para o qual eu não gostaria de voltar. E foi uma das primeiras coisas que vi quando rodei o Paludis. Enquanto o Portage resolveu lindamente os blocks e perguntou apenas se eu gostaria de atualizar, o mesmo comando no Paludis mostrou um block que ele não saberia resolver.
Pelo que vi, talvez isso seja By Design, mas não gostei, anyway.
Por fim, depois de mexer um pouco mais pra lá e pra cá, desisti da experiência. Enquanto lia mais sobre esse problema das dependências vi sobre a grande possibilidade do Paludis ser substituído por um outro, o Cave, por causa de algumas mudanças que vão ser feitas no modo como são feitas as resoluções.
Enfim, de volta ao Portage. :)
Já tinha comentado sobre o projeto final aqui há algum tempo, até criei uma categoria só pra ele, mas embora tivesse uma certa idéia, ainda não tinha posto a mão na massa..
Esses dias estou começando a desenvolver a idéia, tentando fazer ao menos um demo básico, pra poder preparar a solução inicial e botar ela pra frente.
E aí justo nesse momento a página da principal biblioteca que eu tô usando sai do ar, segundo o povo do irc, o cara que é responsável pelo pagamento tá sumido. Mas a gente segue em frente. Acabei demorando mais do que eu gostaria, mas pelo menos parece que agora tá andando. É porque a documentação é meio básica, e os fóruns tem bem mais informação.
Vamos ver no que vai dar. Assim que tiver minha primeira coisa sólida posto por ae :)
Como eu tinha prometido, tá na hora de escrever um post de gordinho :)
Eu sou um tanto quanto amante de pizza, e é aquele negócio, quando tem aniversariantes no mês e o povo resolve comemorar, geralmente marca aquele rodízio de pizza pra evitar a fadiga. Então eu conheço alguns rodízios espalhados pelo RJ, e vou comentar um pouco sobre cada um deles. Infelizmente algumas das informações aqui podem estar desatualizadas, afinal, tem tempo que não vou em alguns, mas vou tentar botar uma data aproximada de quando fui a última vez, e aí vocês podem avaliar por vocês mesmos se a informação é útil ou não :)
A ordem não quer dizer muita coisa não, foi só a ordem em que fui lembrando dos lugares.
Fagulha Pizza E Grill (Copacabana)
R. Santa Clara n° 18
Tel. 2549-3119
Última vez que fui lá: Abril/2010
Média de Gastos: R$22
Fui 3 vezes.
Conheci o Fagulha por uma amiga que comemorou o aniversário lá, eu não pude ir no aniversário, mas fui um tempo depois porque ela falou que o lugar era muito bom.
E realmente, o lugar é bom. Não tem refil, mas a variedade de pizzas é boa. A pizza é de forno a lenha, e diferente do Faenza, não tive problemas com o fato de ter borda ou parte de baixo queimada. Assim como a pizza doce não fica mais dura do que as outras, todas são muito tranquilas de cortar.
Nas pizzas doces, a boa é a “delírio”: Chocolate branco, chocolate preto e leite condensado. Sério, perfeita. As outras doces também são muito boas.
O atendimento é show de bola, as pizzas vem com frequência, e pedindo um sabor que não esteja vindo muito geralmente resolve rápido.
Eu achei, porém, que o atendimento é melhor sem ser fim de semana. Fui lá uma vez numa sexta, uma vez durante a semana, e uma num sábado. O pior, na minha opinião, foi o de sábado. A variedade caiu um pouco, algumas pizzas vieram meio gordurosas. Mas talvez seja porque estava perto da hora de fechar, e não por ser sábado.
Enfim, ainda recomendo bastante o lugar.
Faenza Pizza e Grill (Copacabana)
R. Siqueira Campos, 18
Tel. 2257-1427
Última vez que estive lá: Janeiro/2010
Fui 2 vezes
Média de gastos: R$27
Fui no faenza pra comer pizza de bobeira no fim de semana, fui só eu e minha namorada, em uma das vezes, e da outra fui eu, ela e a cunhada. O lugar não tem refil, a pizza é a lenha, e tem uma variedade até razoável.
O restaurante é pequeno, mas aconchegante, tem umas mesas com banquinhos acolchoados, bem legais de sentar. O problema é que esses bancos ficam numa quina do restaurante, e dependendo de onde você ficar, fica bem invisível aos garçons. Na primeira vez que eu fui tive de chamar o gerente para pedir que viesse mais pizza, mas na segunda vez fiquei num lugar mais visível e tudo correu bem.
A pizza é boa, mas todas as salgadas tem uma base de molho de tomate, o que nem sempre combina muito com a pizza. As doces acabam ficando meio duras, por não ter o queijo para umedecer aquela massa diferente de pizza a lenha. Nas duas vezes que eu fui aconteceu de uma quantidade considerável das pizzas (não sei mensurar, mas o suficiente pra incomodar) vieram com a borda ou a parte de baixo queimadinha. Não crocante, queimada mesmo.
No mais, o lugar é bom, mas como achei uns lugares melhores por perto, não sei se volto lá não.
Deck Bar e Restaurante (Copacabana)
Avenida Atlântica, 2316
Tel. 2256-3889
Última vez que fui lá: Setembro/2009
Fui 2 vezes.
Média de gastos: R$20
O Deck é um restaurante na Atlântica, fica de frente pro mar, e como a maioria dos restaurantes da atlântica, tem lugares dentro do restaurante, num salão pequeno, e fora do restaurante, numa espécie de expansão sobre a calçada.
Já fiquei nos dois lugares e tive a impressão de que do lado de fora é mais bem servido. Não tem refil.
A variedade é bem grande, nas pizzas doces a de chocolate ganha um destaque especial por ser muito gostosa, mas a pizza de lá é um tanto gordurosa. O lugar é bom pra grupos grandes, pois do lado de fora é fácil juntar mesas, mas quem quer um ambiente mais silencioso talvez queira fugir de lá, pois não é um lugar muito silencioso não :)
No mais, a impressão é a mesma do Faenza, embora seja um bom lugar, achei lugares em que gostei mais da pizza, então não tenho ido lá. Mas pelo preço é uma boa pra dar uma escapada quando a grana tá curta.
Parmê (Norteshopping)
Av. Dom Helder Câmara, 5332 – Lj. 4705 F
Tel. 2595-5934
Última vez que estive lá: Dezembro/2009
Fui 1 vez.
Média de gastos: R$25
Bom, nunca tinha ido num rodízio da parmê antes, e o lugar foi escolhido pela proximidade, já que estávamos indo fazer uma confraternização de fim de ano, com amigo oculto e aquelas coisas. Vale a pena frizar que era um dia BEM cheio, demoramos inclusive um pouco pra entrar, e estávamos num grupo grande, de umas 14 pessoas. Mas minha impressão foi a seguinte..
A pizza é boa, a pizza doce é muito boa, com massa de Brownie. O refil é de um jeito muito legal, eles deixam copos e jarras próximos às máquinas de refrigerante e você pode encher as jarras e copos e deixar na mesa, pra não ter que ficar levantando toda hora. Também tem massas incluídas no rodízio, que eu não experimentei.
Porém, o lugar estava mal administrado, pelo menos no dia. Nós ficamos em uma das últimas mesas, e o lugar estava completamente cheio por ser época de confraternizações de fim de ano, só que as pizzas demoravam pra chegar e chegavam em pouca quantidade, por sermos uma mesa grande, várias vezes ficou gente querendo pizza sem ter. Acredito que num dia mais vazio, o lugar deva ser muito bom, mas não sei se tem dias muito vazios na expansão do Norteshopping :P
Pizza Hut (NYCC)
Av. das Américas, 5000 – Ljs 211 e 212 – Shopping NYCC
Tel. 2431-9849
Última vez que estive lá: Maio/2009
Fui 1 vez.
Média de gastos: R$30
Acho que a maioria das pessoas conhece a Pizza Hut. Tínhamos lojas da franquia aqui pelo rio, mas num dado momento todas basicamente fecharam. Há um tempo a franquia veio reabrindo lojas pelo rio, e em algumas tem rodízio as quartas-feiras (e só as quartas).
Quando fui, fui na do NYCC, agora a de copacabana parece que também tem rodízio, mas não fui lá. Fui para o aniversário de um amigo, estávamos com a mesa cheia, o restaurante estava cheio e ainda assim o atendimento foi bom, ponto pra eles.
A pizza de lá é boa, tanto a doce quanto a salgada, mas a variedade é bem pequena. Eram quando eu fui uns 12-15 sabores no máximo, contando com as doces. São basicamente aqueles sabores “padrão”. Mas são todos muito bem feitos. Tô na dúvida agora se tinha refil, mas tenho quase certeza que sim.
Bom, o rodízio até vale a pena, mas por ser só as quartas feiras, é algo mais no estilo de “quero comer no rodízio da pizza hut”, porque é difícil eu sair pra comer pizza no meio da semana, a não ser que seja aniversário de alguém.
Pizza Grill (Tijuca)
R. Soriano de Souza 17
Tel. 2567-2370 / 2567-2698
Última vez que fui: Julho/2009
Já fui N vezes.
Média de gastos: R$23
Eu já fui no pizza grill N vezes, desde antes deles passarem por reforma, quando ainda eram um restaurante bem pequeno e modesto. E uma coisa em que eles sempre ganharam é na variedade de pizza. Acho que a intenção deles é ser algo no tipo da York, mas com certeza devem ter menos sabores. Mas não é por isso que você não vai encontrar sabores exóticos, como a pizza de filé com fritas, e a de cheeseburger.
Como a maioria desses rodízios grandes, a boa é não ir em dias cheios. Já fui lá em um sábado a noite e foi um dos piores atendimentos que já tive. Ficamos numa fila na porta, depois de entrar a pizza vinha em pequenas quantidades e demorava pra chegar, isso porque a gente tava do lado do lugar de onde saíam os garçons com a pizza.
Em dias normais e não-lotados, o rodízio é bom, a variedade é excelente, e a pizza é gostosa. Depois da reforma eles passaram a ter refil.
O lugar é enorme, então pode ser uma boa pra comemorar aniversários, já que é fácil conseguir mesas grandes em dias normais e não lotados.
Le Brants (Flamengo)
Travessa dos Tamoios, 40
Tel. 2558-6145
Última vez que fui lá: Outubro/2009
Fui lá 3+ vezes.
Média de gastos: R$33
Não sei nem se o lugar do Le Brants é mesmo nessa lista. Ao contrário do Brasa Grill, que é um rodízio de pizza com crepes, o Le Brants é basicamente uma creperia com pizzas, massas e quiches acompanhando. Por causa disso, a variedade das pizzas é muito pouca, e eu não gosto muito da massa da pizza de lá.
Mas pensando como creperia, o lugar é fantástico. Tem muuuuuuuuitos crepes, com combinações bem variadas. O lugar tem refil. A parte ruim é que o lugar é pequeno, então comemorações com muita gente estão fora de questão. Além disso, nunca aconteceu comigo, mas já amigos reclamando do costume deles de vez por outra trocar ou confundir os pedidos de crepes. (Você pede os crepes de uma lista enorme, pelo número).
Na média, o lugar é bom, as massas costumam ser gostosas, os crepes tem uma enorme variedade, com um bônus pros crepes de nutella, mas as pizzas eu dispensaria. E talvez o lugar seja mais caro do que merece, mas dá até pra esquecer, considerando os crepes de nutella.
Vienna (Norteshopping)
Na praça de alimentação antiga do Norteshopping, não achei telefones ou número da loja.
Última vez que estive lá: Maio/2010
Fui 1 vez.
Média de gastos: R$30
Fui nesse para o aniversário de um amigo, o lugar não estava cheio, pois era meio de semana.
O lugar tem uma coisa de bom: algumas partes do buffet são liberadas para o rodízio, de cabeça me lembro dos petiscos e das sobremesas. As pizzas são de forno a lenha, e são gostosas, mas me pareceram vir num ritmo meio devagar-quase-parando. E com pouca variedade, várias quatro queijos, poucas dos outros sabores. A pizza doce é gostosa, mas também tem pouca variedade.
Resumindo, pizza boa, mas com pouca variedade, e acredito que o atendimento não é lá essas coisas. Até dá pra mastigar no buffet enquanto espera a próxima pizza, mas achei que o preço não compensa.
Lamê (Méier)
Esquina da R. Lucídio Lago com R. Arquias Cordeiro.
Não achei o telefone.
Última vez que fui lá: Abril/2010
Fui lá 1 vez.
Média de gastos: R$15
Fui no lamê por acaso. Antes, no mesmo lugar, ficava uma padaria. A padaria sofreu toda uma reforma, e virou um misto de várias coisas. Acredito que ainda vendam pães, mas virou basicamente uma lanchonete e restaurante.
Fui lá um dia, durante a semana, pra bater papo e comer alguma coisa, e como tinha passado por lá um dia ou dois antes e tinha visto que tinha rodízio, sugeri o lugar.
Considerando como rola uma falta de opção nas redondezas, é muito bom um lugar desses aparecer por lá. A pizza é boa, mas não excelente, não tem refil. Por ter ido num dia de pouco movimento, a coisa ficou mais na base do: “Alguma preferência?” do que num rodízio propriamente dito.
Pelo preço, eu achei que valeu a pena. Mas talvez para uma comemoração eu não escolhesse o lugar, só pra algo informal assim, encher a pança e jogar conversa fora.
Da Vinci Ristorante e Pizzeria (Tijuca)
R. São Francisco Xavier, 210
Tel. 2234-5665
Última vez que estive lá: Março/2009
Fui lá 2 vezes.
Conheci o Da Vinci numa situação parecida com o Lamê, tava com uns amigos voltando de algum lugar durante a semana e paramos por lá pra conversar e comer alguma coisa. O lugar é pequeno e aconchegante, ar de coisa de família.
A pizza é a lenha, e o lugar tem refil. Talvez por ser pequeno, a variedade é pequena também, tem só os sabores de pizza padrão, nada que fuja muito da normalidade. Mas são todos bem gostosos. Como tem bastante tempo que não vou lá, talvez isso já não reflita mais a realidade.
Brasa Grill (Largo do Machado)
Rua Ministro Tavares de Lira, 43
Tel. 2556-0565
Já fui 3 vezes.
Última vez que fui lá: Em algum mês do primeiro semestre de 2009
O Brasa Grill costumava ser a localidade favorita pra aniversários do mês da galera da minha turma, então eu fui lá umas três vezes, o lugar tem de tudo um pouco, o rodízio é de pizzas e de crepes. Mas não curto muito a massa da pizza de lá. É só questão de gosto mesmo.
O atendimento do lugar é bom, como tem crepes dá pra dar uma variada, o lugar não é nem imenso nem pequeno, mas nunca peguei um dia lotado, então não sei se fica ruim o atendimento.
Antes de mais nada, fugindo do que eu costumo fazer, eu vou botar um link pra continuar lendo aqui, porque vai que você caiu de para-quedas e ainda não viu o episódio. Então. Só clique se quiser continuar lendo :)
Participo de algumas listas de discussão, e vivo em alguns meios bem diferentes entre si, de modo que, em vários assuntos, as opiniões divergem bastante.
O que eu vejo é que comum que as pessoas tenham, sobre certos assuntos, uma opinião meio fanática. Bom, todo mundo conhece o velho ditado né? “Religião, Política e Futebol não se discutem!”
Pois é, eu discordo dessa história. Vamos tomar política como exemplo. É um assunto extremamente importante, vai mudar muita coisa na sua vida o jeito como você pensa, e vai mudar coisas na minha vida o jeito como a maioria pensa. Ao contrário do ditado, é extremamente importante discutir política. Só que aí entramos no que eu disse.. Política, Futebol, Religião, Sistemas Operacionais, Linguagens de programação favoritas, enfim.. As pessoas tendem a tomar uma posição extremamente defensiva sobre esse tipo de assunto e isso muitas vezes impedem que elas vejam argumentos que mudariam bastante seu ponto de vista.
No caso de futebol, eu até acredito que dê pra entender. Afinal, o cara é fã de um certo time de futebol, até certo ponto, o fanatismo dá pra entender. O que não dá pra entender é, como eu já vi, gente do mesmo time quase saindo no tapa porque um era “menos fanático” do que o outro. Já é bizarro ver discussões virando físicas entre pessoas de times diferentes, do mesmo time então!
Mas nos outros casos, o cara tá tão acostumado a ter uma determinada opinião, seja porque ele cresceu com aquela opinião, seja porque ele botou dinheiro no que ele acredita, ou porque aquilo que ele acredita dá dinheiro pra ele, que ele simplesmente se recusa a ouvir argumentos racionais. E isso é extremamente prejudicial.
Veja bem, vamos voltar pro caso de política. O cara sempre ouviu os pais falarem sobre o partido AAA, votarem no partido AAA, e dizerem como o partido ZZZ é ruim, ou corrupto, ou não faz sentido. Daí o cara, as vezes sem motivo, acaba adquirindo a mesma opinião, e tendo a mesma inclinação. E enquanto os pais tinham um motivo real para não votar no partido ZZZ e sim no AAA, o cara passa a usar o partido como uma religião, e a vestir a camisa na hora das discussões. Aí não adianta você mostrar um vídeo com o cara fazendo uma reunião ensinando a roubar que o cara vai continuar dizendo que aquilo é manipulação do partido ZZZ pra atingir o AAA.
Não adotem posturas fanáticas. Ouçam argumentos. Procurem fatos. Duvidem de suas próprias opiniões. Assumam que vocês podem estar errados! É importante saber disso. E discutam. Trollem por aí, se quiserem, mas trollem conscientemente :)
Bom, esse é um post rápido, maior do que um Tweet, só pra dar uma informação que eu não achei em lugar nenhuma na internet.
Em copacabana, na R. Santa Clara n° 18, existe um restaurante chamado Fagulha Pizza E Grill, que tem rodízio de pizza. A pizza de lá é boa, e quando eu estava procurando o lugar, não achei telefone em lugar algum. Portanto, deixo aqui o telefone pra quem precisar: (21) 2549-3119
E em breve, escreverei um post sobre rodízios de pizza :)
Eu sou gerente da equipe que gerencia os softwares dos laboratórios do meu departamento na faculdade, a equipe de Workstations. Basicamente, a configuração lá é um dual boot de Windows XP e Linux, usando o Gentoo como distro, já que era a que eu tenho mais facilidade.
Isso me fez mudar algumas idéias que eu tinha, evoluir outras, e me fez procurar soluções para as quais eu nunca precisei. Explico.
Há alguns anos, desde fim de 2007, se não me falha a memória, que em casa eu só uso Linux. E como eu não sou um usuário comum, isto é, eu não me incomodo de fuçar aqui e ali pra consertar as coisas de vez em quando, ou de fazer um “hack” esquisito pra alguma coisa que não funciona num determinado programa, eu acabava não dando importância quando certas coisas davam errado no meu gentoo. Coisas básicas, na verdade, quase todas de interface. Como por exemplo, o fato de que o Firefox não consegue absorver muito bem as associações de arquivos.
Quando eu entrei pra equipe de Workstations, no meio do ano passado, a distro que estava instalada na época era o Ubuntu. E uma versão do Ubuntu com pelo menos um ano de atraso. Eu “gerencio” uma instalação do Kubuntu na casa da minha namorada, e ela não é uma alternativa muito boa para um ambiente onde tantas coisas precisam estar instaladas. A ferramenta de update do (K/X)Ubuntu ainda não é 100%, e consegue fazer umas cagadas homéricas quando você faz um full-dist-upgrade, ou seja lá como isso é chamado.
Nas últimas duas atualizações do Kubuntu eu tive que reinstalar para que ele voltasse a ser 100% como deveria ser. Isso não é um grande problema quando você tem duas ou três coisas fora do padrão instaladas. Mas quando tem pelo menos 120 pacotes instalados, e muitos deles não são padrão de uso da maioria, isso começa a ficar meio preocupante.
Além disso, a filosofia do Ubuntu é muito boa para um desktop normal, e eu realmente admiro eles pelo que eles fazem. Mas eu não acho que ela seja a filosofia ideal para um ambiente onde grande parte dos usuários usa ferramentas de desenvolvimento. (É preciso lembrar que até poucas versões atrás, o Ubuntu não vinha com o gcc instalado por padrão)
O problema é que quando você muda do Ubuntu, que é uma distro com várias “especializações” para facilitar a interface, para uma distro como o Gentoo, onde a funcionalidade é mais importante, alguns detalhes passam batidos que as pessoas sentem falta. As associações do firefox, que eu citei lá em cima, são um exemplo.
O firefox não consegue, por algum motivo que eu ainda desconheço, reconhecer as associações do Desktop Manager em uso. Ele faz uso de um arquivo, que é gerado baseado no que cada aplicativo diz que aceita. Isso gera alguns resultados estranhos, como o GIMP virar padrão pra abrir PDF. (Pois o GIMP consegue abrir PDFs, ele só não é um visualizador.)
Além disso, por resolver seguir a tradição do laboratório – instalar Desktop Managers que agradem a gregos e troianos – tive a dificuldade de que esse tipo de coisa não é feita, por padrão, e por isso as pessoas não se preocupam em deixar eles amigáveis entre si. O que resultou em algumas associações bem bizarras, principalmente nos Desktop Managers que eu não uso, como o GNOME.
Mas nem tudo são erros, acredito eu. Eu venho tentando aproximar os laboratórios dos usuários, tentando fazer com que as sugestões sejam aceitas de modo mais rápido, as correções feitas de modo mais rápido. Talvez isso compense, de alguma forma, pelos bugs que eu acabei introduzindo sem querer no meio do caminho. Talvez tenha sido uma troca justa?
Esse post tava pra ser escrito há mais de um mês, e é pra alertar sobre o quanto a gente ainda tem que reclamar sobre os serviços aqui do Brasil.
Deixa eu explicar. No fim de novembro/início de dezembro comprei um livro num dos sellers da Amazon. Pra quem nunca comprou na Amazon, além de vender da própria loja, como faz por exemplo o Submarino, a Amazon também vende produtos de pequenas lojas/vendedores, algo num estilo MercadoLivre. A vantagem é que os produtos ficam mais organizados (pois são ligados ao produto vendido pela Amazon, e não pelo nome que o vendedor colocar), e são mais baratos que os vendidos pela Amazon, normalmente.
Pois bem, comprei um livro, The God Delusion, de lá no fim de novembro e no email que recebi do vendedor, GreatBuyBooks, eles avisaram que devido ao grande volume de encomendas de fim de ano que o prazo de entrega internacional estava maior, e ia até dia 1o de fevereiro.
Quem já comprou coisas importadas pela internet sabe que esse tipo de prazo acaba sendo comum, principalmente pras modalidades mais baratas de shipping. Calculei que ia acabar chegando no início de janeiro e esqueci.
Pois bem, dia 1o de fevereiro chegou e o livro não tinha chegado. Não tinha ouvido de nenhuma greve dos correios, então mandei um único email pros caras, algo como: “Oi, tudo bem? Eu queria confirmar que vocês enviaram o produto no dia tal, porque eu vou dar uma passada no correio pra ver se não houve algum problema lá”.
E em algum tempo eles me responderam com “Olá, devido ao grande volume de fim de ano infelizmente tivemos alguns problemas de distribuição. Nós iremos solicitar à Amazon um reembolso e caso o livro chegue até você, considere-o um presente. Esperamos que você volte a comprar conosco.”
Eu fiquei impressionado. Eu nem tinha pedido reembolso e os caras se candidataram a me reembolsar? E em algumas horas a Amazon confirmou o reembolso. Esqueci o problema, e segui em frente. E em alguns dias, o livro chegou. É óbvio que eu vou voltar a comprar com os caras. Profissionais demais!
Enquanto isso, um amigo pediu umas coisas no submarino, também no fim do ano. O prazo de entrega era de alguns dias, coisa de 7 dias. Demorou mais de um mês, chegou pela metade, eles não queriam devolver o dinheiro, enfim. Péssimo.
Por isso, temos muito que aprender ainda por aqui.
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